Uma garota de programa foi condenada a quatro anos de prisão por homicídio culposo após um cliente de 55 anos morrer por asfixia durante fetiche perigoso. O caso aconteceu no início de maio, na Califórnia (EUA).
Uma mulher casada, que trabalha como garota de programa e modelo no OnlyFans, foi condenada pelo Tribunal Superior de San Diego, nos Estados Unidos, após a morte de um de seus clientes por asfixia durante um fetiche sexual que deu errado.

Modelo foi condenada a quatro anos de prisão (Foto: Reprodução)
Durante julgamento realizado na segunda-feira (08), Michaela Rylaarsdam, de 32 anos, e moradora do estado da Califórnia, foi imputada a uma pena de quatro anos de prisão por homicídio culposo.
A mulher havia se declarado culpada durante julgamento realizado no início de maio, poucos dias após a morte de Michael Dale, de 55 anos.
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Programa deu errado
Michaela recebeu 11 mil dólares, cerca de R$ 54 mil, para realizar um fetiche com Dale: tapar a boca dele com fita adesiva e cobrir a cabeça com um saco plástico durante o programa, enquanto ele ainda ficaria com as mãos amarradas.
No entanto, o plano deu errado e o homem acabou sendo asfixiado, depois de ficar 8 minutos sem conseguir remover o plástico.
Devido a gravidade da situação, a garota de programa acionou o serviço de emergência, mas os paramédicos apenas puderam constatar o óbito do cliente.
Segundo o New York Post, o óbito de Michael Dale foi registrada como morte cerebral.
“É preciso dizer, não há palavras. Não há palavras. ‘Sinto muito’ não basta, e eu tenho um milhão de emoções, mas diria que o desejo de voltar atrás e desfazer isso seria o mais forte. Se eu pudesse mudar isso…”, lamentou Michaela no tribunal.
Garota de programa é casada
Michaela é casada com Brandon Rylaarsdam e tem três filhos. O marido prestava assistência à mulher para administrar o negócio e contribuir com os anúncios dos serviços prestados.
Em sua página no site Secret Hostess, ela se descreve como responsável por uma “criação sofisticada e elegante” e com “10 anos de experiência”, além de ser “especialista em lap dance acrobática”.
A garota de programa ainda cobrava 150 dólares, cerca de R$ 779,00 por sessão em videochamadas.
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