O criador de conteúdo Mateus de Souza Lobosco, conhecido nas redes sociais como Davi Lobo, foi preso na quarta-feira (10) durante uma operação da Polícia Civil que investiga uma rede suspeita de exploração sexual infantil e compartilhamento de conteúdo criminoso. A ação ocorreu no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
O criador de conteúdo adulto Mateus de Souza Lobosco, conhecido nas redes sociais como Davi Lobo, foi preso na quarta-feira (10) durante uma operação da Polícia Civil que investiga uma rede suspeita de exploração sexual infantil e compartilhamento de conteúdo criminoso. A ação ocorreu no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Polícia Civil (Foto: Divulgação/PCRJ)
A Operação Trinus faz parte de uma investigação mais ampla sobre a atuação de grupos virtuais utilizados para a disseminação desse tipo de material.
Investigação aponta participação em grupos digitais
Segundo a Polícia Civil, as apurações tiveram início após denúncias que indicavam a existência de grupos em aplicativos de mensagens voltados à troca e divulgação de conteúdo envolvendo violência sexual contra crianças e adolescentes.
De acordo com os investigadores, o criador de conteúdo adulto estaria entre os participantes de uma rede virtual que reunia mais de 300 pessoas. Os suspeitos utilizavam plataformas digitais para compartilhar arquivos e manter contato frequente com outros integrantes do grupo.
As autoridades afirmam que o material analisado durante a investigação apresenta elevado grau de gravidade e envolvia vítimas de diferentes faixas etárias.

Criador de conteúdo adulto é preso acusado de integrar rede de abuso infantil (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Polícia apura possíveis crimes contra adolescentes
Durante o avanço das investigações, os agentes também identificaram indícios de que um dos investigados mantinha contato com um adolescente de 13 anos e marcava encontros presenciais com a vítima.
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Operação segue em andamento
A operação integra um conjunto de ações voltadas ao combate aos crimes de exploração sexual infantil praticados em ambientes digitais.
Os materiais apreendidos serão submetidos à perícia e deverão auxiliar no aprofundamento das investigações, que continuam para identificar outros suspeitos e esclarecer a extensão da rede investigada.
Até o momento, a defesa de Mateus de Souza Lobosco não se manifestou publicamente sobre as acusações.
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