A influenciadora Esthefani Gonzalez usou as redes sociais para comentar a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo, no último sábado (13).

 Foto: Reprodução.
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A influenciadora Esthefani Gonzalez usou as redes sociais para comentar a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo, no último sábado (13).

Esthefani Gonzalez relatou como foi sua experiência com a mesma empresa envolvida na morte de Maria Eduarda. Foto: Reprodução/Redes Sociais.

Em uma série de vídeos publicados nos stories, ela revelou que realizou a mesma atividade com a mesma empresa e os mesmos instrutores responsáveis pelo salto que terminou em tragédia.

“Foram os mesmos rapazes”

Logo no início do desabafo, Esthefani confirmou que esteve na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no mês passado, e foi atendida pelos mesmos profissionais que aparecem nas investigações do caso.

“Sim, gente, é a mesma empresa, é o mesmo local. Os mesmos rapazes que jogaram ela foram os que me jogaram também no meu vídeo”, afirmou.

Segundo a influenciadora, desde que o acidente ganhou repercussão nacional ela passou a receber diversas mensagens de seguidores perguntando se havia alguma relação entre sua experiência e a tragédia envolvendo Maria Eduarda.

Empresa orientava participantes antes do salto

Esthefani explicou que, após a contratação da atividade, os participantes eram incluídos em grupos de WhatsApp para receber orientações.

De acordo com ela, os organizadores reforçavam constantemente a importância de não distrair os operadores das cordas durante o trabalho.

“Eles falam explicitamente que não querem que a gente fique conversando com o pessoal que fica na corda, para não tirar a atenção deles”, relatou.

A influenciadora também afirmou que os responsáveis alertavam sobre a proibição de participação de pessoas sob efeito de álcool, drogas ou medicamentos que pudessem comprometer a consciência.

Checagem foi feita mais de uma vez

Ao detalhar sua experiência, Esthefani afirmou que o equipamento de segurança passou por várias verificações antes do salto.

Segundo ela, os operadores realizaram duas conferências iniciais e uma terceira após ela questionar se tudo estava realmente correto.

“Quando chegou a minha vez, já colocaram a corda em mim. Checaram uma vez, checaram a segunda vez, e eu ainda perguntei se estava tudo certo. Eles checaram novamente antes de me levantar”, contou.

A influenciadora afirmou que, por esse motivo, tem dificuldade para entender como a falha ocorreu no caso de Maria Eduarda.

“Eu realmente não sei o que aconteceu”

Durante o relato, Esthefani disse não conseguir compreender como a ausência da corda de segurança passou despercebida pela equipe.

“Eu realmente não sei o lapso que aconteceu neles para nenhum dos três terem verificado a corda dela. Porque existe a checagem”, declarou.

Ela explicou ainda que os instrutores costumavam dividir funções durante a operação dos saltos e que nem todos permaneciam o tempo inteiro posicionados na plataforma.

Segundo a influenciadora, um dos operadores ficava responsável pela colocação dos equipamentos, enquanto outro circulava pelo local buscando cordas, câmeras e outros materiais utilizados na atividade.

Influenciadora aguardou quase duas horas

Esthefani também contou que sua experiência aconteceu em maio e que precisou aguardar cerca de duas horas até chegar sua vez de saltar.

Segundo ela, aproximadamente 90 pessoas participaram das atividades naquele dia, o que permitiu observar diversos saltos antes do seu.

A influenciadora escolheu a modalidade conhecida como “aviãozinho”, a mesma utilizada por Maria Eduarda momentos antes do acidente fatal.

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Caso segue sob investigação

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu no último sábado (13) após ser lançada de uma altura aproximada de 40 metros sem a corda de segurança.

Segundo a Polícia Civil, o equipamento que deveria estar preso ao corpo da jovem permaneceu no chão da plataforma.

Três instrutores foram presos e respondem por homicídio com dolo eventual. A Justiça entendeu que os investigados assumiram o risco de provocar a morte da vítima ao permitirem o salto sem a devida verificação dos equipamentos.

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