A mãe de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas voltou a se manifestar nas redes sociais dias após a morte da filha, ocorrida durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira. Em publicações emocionadas, ela falou sobre a dor da perda e a saudade da jovem de 21 anos.
Dias após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, a mãe da jovem voltou a usar as redes sociais para desabafar sobre a perda da filha.
Em uma publicação compartilhada nesta semana, ela repostou uma mensagem que fala sobre o aprendizado deixado pelas despedidas. O texto diz: “Outro dia me perguntaram: ‘O que mais ensina na vida?’ E eu respondi: As despedidas.”

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu após salto de rope jump em Limeira. Foto: Reprodução.
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Mensagem emocionada à filha
Em outro desabafo, a mãe de Maria Eduarda escreveu uma mensagem emocionada em homenagem à filha.
“Um dia se Deus me permitir, voltarei a sorrir minha filha. Mas hoje em mim há lágrimas e dor e muita, mas muita saudade de ti meu amor”, publicou.
As mensagens foram compartilhadas dias após o enterro da jovem e repercutiram entre familiares, amigos e internautas que acompanham o caso.
Tragédia durante salto de rope jump
Maria Eduarda morreu na manhã do último sábado (13) após ser lançada de uma altura de aproximadamente 40 metros durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo.
O acidente foi registrado por testemunhas que estavam no local. Segundo as investigações, a corda que deveria garantir a segurança da jovem não foi conectada antes do salto.
Equipes de resgate foram acionadas, mas a vítima morreu ainda no local em decorrência dos ferimentos provocados pela queda.
Publicações horas antes da morte
Horas antes do acidente, Maria Eduarda havia compartilhado nas redes sociais imagens do local onde faria o salto, além de fotos das pulseiras de identificação utilizadas na atividade.
Em uma das publicações, a jovem brincou com a situação e escreveu: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte???”.
Natural de Jandira, na Grande São Paulo, Maria Eduarda tinha formação em educação física e gestão esportiva. Nas redes sociais, costumava publicar registros de atividades ao ar livre, esportes e contato com a natureza.
Investigação segue em andamento
A Polícia Civil investiga as circunstâncias da tragédia. Três funcionários da empresa responsável pela atividade foram presos e tiveram as prisões convertidas em preventivas pela Justiça.
Segundo os investigadores, o equipamento de segurança que deveria impedir a queda da jovem não foi instalado antes do salto.
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