Bruno da Silva Loureiro, conhecido pelo apelido de “Coronel”, foi preso na segunda-feira (22) enquanto estava internado no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
Bruno da Silva Loureiro, conhecido pelo apelido de “Coronel”, foi preso na segunda-feira (22) enquanto estava internado no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

‘Coronel’, um dos criminosos mais procurados do Rio, é preso enquanto estava internado em hospital (Foto: Divulgação/PCRJ)
Apontado pela Polícia Civil como um dos criminosos mais procurados do estado, ele era alvo de diversas investigações e figurava entre os principais nomes monitorados pelos órgãos de segurança pública.
A prisão foi realizada por agentes da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança (SSI), após um trabalho de monitoramento que permitiu identificar seu paradeiro.
Quem é o ‘Coronel’?
Segundo as investigações, Bruno da Silva Loureiro é apontado como uma liderança ligada à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) e teria atuação em comunidades da Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Os órgãos de segurança o descrevem como um criminoso de alta periculosidade, com influência em atividades relacionadas ao tráfico de drogas e ao controle territorial de áreas dominadas pela facção.
De acordo com a Polícia Civil, ele possui registros por crimes como homicídio, tráfico de drogas, roubo e lesão corporal.
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Suspeita de envolvimento na morte de jovem de 22 anos

Saiba quem é ‘Coronel’, um dos criminosos mais procurados do RJ preso no hospital (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Bruno também é apontado pelas investigações como um dos responsáveis pela morte de Sther Barroso dos Santos, de 22 anos.
Segundo a Polícia Civil, ele seria uma das lideranças da comunidade da Coreia, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio.
De acordo com as investigações, a jovem foi agredida após um episódio ocorrido durante um baile funk na comunidade. Sther foi encontrada ferida e levada ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu.
A família afirma que ela não possuía qualquer envolvimento com atividades criminosas.
O caso teve grande repercussão e segue entre os episódios mais investigados pelas autoridades do estado.
Acusação em outro homicídio
Em outro processo, Bruno da Silva Loureiro também é acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de participação na morte de Wanderson Rodrigo Bezerra Mariano.
Segundo a denúncia, ele teria ordenado que Lucas Maciel Ferreira, conhecido como “Tabaquinha”, efetuasse disparos contra a vítima.
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O crime ocorreu na Rua Cabrália, em Marechal Hermes, na Zona Norte da capital.
As investigações apontam que Bruno exerceria influência sobre atividades criminosas na Comunidade do Muquiço e que o homicídio teria sido motivado por regras impostas pelo tráfico local e pela demonstração de poder da facção na região.
Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a Justiça determinou sua prisão preventiva.
Preso sob forte esquema de segurança
No momento da prisão, Bruno estava internado para tratamento de uma infecção.
Após a captura, as forças de segurança reforçaram o policiamento no entorno do Hospital Ronaldo Gazolla para evitar qualquer tentativa de resgate ou interferência externa.
Ele permanece sob custódia policial e deverá ser transferido para o sistema prisional assim que receber alta médica.
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