O bailarino Robson Mano, integrante da equipe da cantora Claudia Leitte, denunciou ter sido vítima de uma violenta agressão física em um bar de Santa Bárbara d’Oeste, no interior de São Paulo. O artista relatou ter recebido diversos socos e chutes sem qualquer provocação prévia, precisando simular inconsciência para que os ataques parassem.

O bailarino Robson Mano e a cantora Claudia Leitte em show || Reprodução: Redes Sociais
O bailarino Robson Mano e a cantora Claudia Leitte em show || Reprodução: Redes Sociais

O bailarino Robson Rodrigo da Silva Pereira, conhecido como Robson Mano e integrante do ballet da cantora Claudia Leitte, utilizou suas redes sociais para denunciar uma agressão física sofrida na tarde da última segunda-feira (29).

O incidente aconteceu em um estabelecimento comercial chamado Flora Bar, localizado no município de Santa Bárbara d’Oeste, no interior do estado de São Paulo. De acordo com o relato do bailarino, ele estava no local para acompanhar a transmissão do jogo da Seleção Brasileira contra o Japão, e, acabou sendo alvo de ataques violentos sem que houvesse qualquer tipo de discussão prévia ou provocação de sua parte.

O bailarino Robson Mano e a cantora Claudia Leitte em show || Reprodução: Redes Sociais

O bailarino Robson Mano e a cantora Claudia Leitte em show || Reprodução: Redes Sociais

Em seu desabafo, o correógrafo detalhou a severidade das lesões corporais resultantes do ataque, que atingiram regiões sensíveis como o nariz, a testa, o rosto e as costelas. Robson Mano descreveu o momento de pânico em que precisou simular a perda de consciência para interromper a sequência de socos e chutes promovida pelo agressor, enquanto ouvia testemunhas locais tentarem conter a violência. No vídeo, o artista enfatizou o abalo emocional gerado pelo trauma e o impacto direto do ocorrido na rotina de seus familiares, que enfrentam momentos de forte angústia e preocupação com seu estado de saúde.

Assista o vídeo:

O bailarino concluiu seu manifesto assegurando que os fatos que motivaram o incidente serão apurados e tratados por meio das vias jurídicas adequadas para garantir a responsabilização dos envolvidos. Neste momento inicial pós-trauma, a prioridade declarada pelo bailarino, consiste no restabelecimento de sua integridade física e psicológica.

O desabafo

“Nota de repúdio, eu Robson Rodrigo da Silva Pereira venho por meio desta, dizer q não sou santo mas reconheço vcs q me acreditaram sem mais e nem menos , sei porque, após o jogo do Brasil e Japão no bar @aflorabar em Santa Bárbara eu não saio, a sei lá quantos anos pelo fato de ser sempre coagido, não tive nenhum problema mas fui agredido e ofendido e machucado.

Hoje eu não queria estar escrevendo isso.

Saí de casa apenas para assistir ao jogo, como tantas outras pessoas. Em nenhum momento procurei confusão, discuti ou desrespeitei alguém. Ainda assim, fui agredido de forma covarde.

Recebi socos e chutes, fui humilhado e, até agora, não consigo entender o motivo de tanta violência. Meu nariz, minha testa, meu rosto e minhas costelas estão machucados, e a dor física acaba sendo menor do que a sensação de medo e de impotência que ficou.

O que mais me corta o coração é ver meus pais. Minha mãe passa a noite entrando no meu quarto para ver se estou bem. Meu pai também está abalado. Nenhum filho deveria fazer os pais passarem por um momento como esse.

Não escrevo isso para incentivar ódio ou vingança. Escrevo porque ninguém merece passar pelo que eu passei. Espero sinceramente que a violência deixe de ser a resposta para qualquer situação e que ninguém mais precise viver uma noite como a que eu vivi.

Eu sei o que aconteceu comigo. Sei que a verdade existe, e ela será tratada da forma correta.

Agora, o que eu mais preciso é me recuperar, física e emocionalmente.

Que Deus cuide de mim, da minha família e de todos aqueles que ainda acreditam que respeito e humanidade sempre serão mais fortes do que qualquer ato de violência.

Tive q sair às presas e nem sei como, escondido só ouvi uma voz feminina dizendo o nome da pessoa q me chutava e agredia falando oq vc está fazendo( ele vai morrer) eu fingi q estava morto ou desacordado para q pessoa parace de me chutar escrevo isso chorando pq eu ainda não sei o pq disso estou triste de mais … obrigado Deus por estar vivo!”

Assista o vídeo:

A manifestação pública ganhou repercussão imediata entre seguidores e colegas do meio artístico, que expressaram solidariedade e cobraram providências das autoridades competentes a respeito da segurança no estabelecimento onde o crime aconteceu.

Procurados pela equipe do portal Bacci Notícias, o bailarino e os representantes do estabelecimento não retornaram o contato até o fechamento desta matéria.

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