Carlos Humberto da Silva Cardoso, suspeito de matar a ex-companheira Tânia Maria Ribeiro de Oliveira em Itumbiara, se entregou à Polícia Civil em Goiânia nesta terça-feira (30). Ele estava foragido e já tinha prisão preventiva decretada. Ao chegar à delegacia, disse estar arrependido e afirmou que pretende responder pelo crime.
O homem que confessou, por meio de um áudio, ter matado a ex-companheira em Itumbiara, no sul de Goiás, se entregou à Polícia Civil na tarde desta terça-feira (30), em Goiânia. Carlos Humberto da Silva Cardoso, de 54 anos, estava foragido desde o crime e já tinha a prisão preventiva decretada pela Justiça.

Foto: Divulgação / PCGO.
A apresentação espontânea ocorreu na Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), na capital. Segundo informações apuradas pelo Mais Goiás, a entrega foi negociada por um deputado estadual conhecido do suspeito, que também teria solicitado a presença da imprensa no momento em que Carlos chegasse à unidade policial.
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Suspeito de feminicídio disse estar arrependido
Ao chegar à delegacia, Carlos Humberto afirmou que está arrependido e que pretende responder pelo crime.
“Nós discutimos e eu a enforquei, mas agora tô aqui para pagar pelo que fiz“, declarou o suspeito antes de ser colocado em uma viatura da Polícia Civil.
Ainda segundo as informações, ele optou por se entregar em Goiânia por temer represálias caso permanecesse em Itumbiara.
Áudio confessando o crime
Carlos Humberto é apontado como autor da morte de Tânia Maria Ribeiro de Oliveira, de 52 anos, que trabalhava como caixa em um supermercado de Itumbiara.
Ela desapareceu no dia 20 de junho e teve o corpo encontrado três dias depois, dentro da casa onde morava, no Setor Afonso Pena.
Antes da localização do corpo, familiares da vítima receberam um áudio gravado pelo suspeito. Na mensagem, ele confessava o assassinato, afirmava que mataria Tânia novamente se pudesse e ainda ameaçava a filha e o genro da ex-companheira.
Prisão preventiva já havia sido decretada
Com a prisão preventiva decretada, Carlos Humberto permanecerá à disposição da Justiça.
A Polícia Civil segue investigando o caso para concluir o inquérito e reunir todos os elementos sobre o feminicídio.
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