Um levantamento baseado em dados da Receita Federal revelou quais são as profissões com as maiores remunerações no Brasil ao considerar não apenas os salários, mas também bônus, participações nos lucros e outras verbas pagas aos trabalhadores.

Dinheiro (Foto: Reprodução)
Dinheiro (Foto: Reprodução)

Escolher uma profissão também significa avaliar o potencial de crescimento e a remuneração oferecida pelo mercado de trabalho. Entre as principais dúvidas de quem está iniciando ou pretende mudar de carreira está saber quais áreas proporcionam os melhores salários e maiores oportunidades de desenvolvimento profissional.

Dinheiro  (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Em 2026, os cargos com os rendimentos mais elevados seguem concentrados em segmentos como tecnologia, saúde, administração e negócios, setores que continuam em expansão e demandam profissionais altamente qualificados.

Ainda assim, o valor dos salários pode variar de acordo com fatores como experiência, nível de especialização, responsabilidades do cargo e região de atuação. Outro ponto importante é que uma boa remuneração não está necessariamente ligada à obtenção de um diploma de ensino superior.

Em diversas áreas, profissionais com formação técnica, certificações reconhecidas e capacitação específica conseguem conquistar excelentes oportunidades, especialmente quando investem em atualização constante e no aprimoramento de competências valorizadas pelo mercado.

Áreas com os maiores salários em 2026

Levantamentos salariais divulgados por  Guia Salarial 2026 da Michael Page e dados do mercado compilados pela Robert Half em recrutamento e gestão de talentos, como os estudos de mercado de 2026, apontam quais profissões reúnem as maiores faixas de remuneração no país.

Com base nessas análises, é possível identificar os setores e cargos que mais se destacam em potencial de ganhos, refletindo a alta demanda por profissionais qualificados e a valorização de funções estratégicas nas empresas.

Carreira profissional (Foto: Freepik)

Veja o ranking:

  1. Diretoria executiva (C-level) Presidentes-executivos (CEO), costumam receber salários mensais que variam entre R$ 90 mil e R$ 150 mil.
  2. Diretores financeiros (CFO) Os profissionais de maior renda, normalmente ficam na faixa de R$ 80 mil a R$ 120 mil por mês.
  3. Medicina e saúde – Na área da saúde, profissionais que atuam em especialidades com elevada demanda,  podem atingir remunerações de até R$ 100 mil por mês.
  4. Agronegócio – Entre as funções mais valorizadas estão a de diretor financeiro (CFO) voltado ao agro, com salários que podem variar de R$ 50 mil a R$ 80 mil mensais, e a de diretor agrícola, entre R$ 40 mil e R$ 60 mil por mês.
  5. Engenharia especializada – Entre os cargos de maior destaque está o de diretor de obras. A remuneração mensal costuma variar entre R$ 35 mil e R$ 55 mil por mês.
  6. Gerente de Risco de Crédito – A função pode alcançar remunerações de até R$ 52 mil mensais, impulsionada pela necessidade de fortalecer o planejamento financeiro.
  7. Tecnologia da Informação (TI) – De acordo com dados do CAGED/MTE, a remuneração mediana de um diretor de TI é de R$ 37.850,50 por mês.

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Distrito Federal lidera ranking dos maiores salários

O Distrito Federal lidera o ranking das maiores remunerações médias do país, segundo as Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento mostra que, em 2024, os trabalhadores assalariados de empresas com sede no DF receberam, em média, R$ 6.845,13 por mês. O valor supera em aproximadamente R$ 2,9 mil a média nacional, estimada em R$ 3.932,45.

Salários dos trabalhadores

Salários dos trabalhadores (Foto: reprodução)

Na sequência aparecem o Rio de Janeiro, com rendimento médio de R$ 4.501,35, e São Paulo, onde a remuneração média alcançou R$ 4.423,04.

As informações fazem parte de um estudo baseado nos salários pagos ao pessoal ocupado assalariado em empresas cujas matrizes estão localizadas nas diferentes unidades da federação, oferecendo um panorama da distribuição da renda formal no mercado de trabalho brasileiro ao longo de 2024.

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