O desaparecimento de Flávia Soares Silva Marques, 26 anos, terminou de forma trágica na tarde da última quinta-feira (02), com a localização do corpo da jovem em uma área de mata de difícil acesso na zona rural de Inhapim, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais.
O desaparecimento de Flávia Soares Silva Marques, de 26 anos, terminou de forma trágica na tarde da última quinta-feira (02), com a localização do corpo da jovem em uma área de mata de difícil acesso na zona rural de Inhapim, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais.

(Foto: Reprodução)
Ela estava desaparecida desde o último sábado (27), quando saiu de casa para participar de um forró. As investigações seguem em andamento, e a Polícia Civil apura as circunstâncias do crime.
Corpo foi localizado em região de difícil acesso
Flávia foi encontrada no Córrego da Barreira, nas proximidades da região conhecida como Macadame. O corpo estava na base de um elevado paredão rochoso, em meio à mata fechada, o que dificultou o trabalho das equipes de resgate e da perícia. Policiais militares e civis participaram da operação, que contou com apoio técnico para a remoção do corpo.
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Ex-marido é investigado
Segundo informações apuradas pelo Diário de Caratinga, o ex-marido da vítima teria acompanhado os policiais até o local onde o corpo foi encontrado e confessado participação no crime.
No entanto, até a publicação da reportagem, a Polícia Civil ainda não havia confirmado oficialmente essas informações nem divulgado detalhes sobre o depoimento do suspeito. O caso permanece sob investigação.
Perícia busca esclarecer dinâmica da morte
A grande formação rochosa onde o corpo foi localizado passou a ser um dos principais pontos da investigação. Os peritos deverão determinar como Flávia chegou ao local e reconstruir a dinâmica do crime. Entre as hipóteses analisadas está a possibilidade de a vítima ter sido lançada do alto do paredão ainda com vida ou se o corpo foi levado até a região após a morte.
Os exames também irão identificar possíveis lesões, vestígios e demais elementos que possam indicar a causa da morte e a sequência dos acontecimentos. As conclusões dependem dos laudos da perícia e do Instituto Médico-Legal (IML).
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Desaparecimento mobilizou familiares
O desaparecimento da jovem mobilizou familiares, amigos e moradores de Inhapim e de cidades vizinhas, que compartilharam campanhas nas redes sociais em busca de informações.
Mãe de duas meninas, de 8 e 3 anos, sendo a mais velha uma criança com necessidades especiais, Flávia era descrita pelos familiares como uma pessoa tranquila e muito próxima da família.
Segundo a irmã da vítima, Fernanda Soares Marques, Flávia saiu de casa na noite de sábado informando que iria a um forró, hábito comum em sua rotina. Câmeras de segurança registraram seus últimos deslocamentos, mas, após isso, ela deixou de responder mensagens e não voltou a manter contato com os familiares.
Investigações continuam
A Polícia Civil instaurou inquérito para esclarecer o caso. Os investigadores trabalham para identificar quando o crime ocorreu, de que forma a vítima foi levada até o local onde o corpo foi encontrado e se outras pessoas participaram da ação. Até a conclusão da perícia e das investigações, as circunstâncias da morte permanecem sob apuração.
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