O pai flagrado por câmeras de segurança agredindo a própria filha, de 3 anos, em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, chegou a se apresentar espontaneamente à Polícia Civil antes de ser preso preventivamente.

Crime brutal (Reprodução: Divulgação/PCPR)
Crime brutal (Reprodução: Divulgação/PCPR)

O pai flagrado por câmeras de segurança agredindo a própria filha, de 3 anos, em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, chegou a se apresentar espontaneamente à Polícia Civil antes de ser preso preventivamente.

Pai é flagrado chutando a filha em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. — Foto: Reprodução

Pai é flagrado chutando a filha em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. — Foto: Reprodução

O caso aconteceu no último domingo (05) e ganhou grande repercussão após as imagens da agressão serem divulgadas.

Um dia antes da prisão preventiva ser cumprida, o suspeito compareceu à delegacia, prestou esclarecimentos e deixou o local em liberdade, o que gerou questionamentos nas redes sociais.

Delegado explica por que não houve prisão imediata

O delegado Anderson Andrei Grosso explicou que, no momento em que o homem se apresentou, já não havia situação de flagrante delito.

Segundo ele, como a agressão havia ocorrido dias antes, a legislação não permitia a prisão em flagrante naquele momento.

“Quando ele se apresentou à delegacia, já não existia mais a situação de flagrante, pois o fato havia ocorrido anteriormente”, explicou o delegado.

Polícia priorizou proteção da criança

De acordo com a Polícia Civil, as primeiras medidas adotadas tiveram como objetivo garantir a segurança da vítima e dos demais filhos da família.

Foi instaurado um inquérito policial, solicitadas medidas protetivas de urgência e adotadas providências para assegurar que as crianças permanecessem em segurança sob os cuidados da mãe.

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Investigação continua

A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento.

Os investigadores continuam colhendo depoimentos e analisando outras imagens que possam esclarecer toda a dinâmica do caso.

Além disso, a corporação apura se a menina ou outras crianças da família já teriam sido vítimas de agressões em ocasiões anteriores.

Justiça decretou prisão preventiva

Com o avanço das investigações, a Justiça autorizou a prisão preventiva do suspeito, que foi cumprida pela Polícia Civil.

O homem permanece preso enquanto o caso segue sendo investigado. As autoridades ainda apuram todas as circunstâncias das agressões registradas pelas câmeras de segurança.

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