A investigação sobre a morte da bebê Helena, de apenas 10 meses, no Ceará, ganhou um novo capítulo após a prisão do principal suspeito. Após ser levado à delegacia, o companheiro da mãe da criança foi interrogado, e as declarações dele passaram a fazer parte do inquérito que apura o crime.
A investigação sobre a morte da bebê Helena, de apenas 10 meses, no Ceará, ganhou um novo capítulo após a prisão do principal suspeito. Após ser levado à delegacia, o companheiro da mãe da criança foi interrogado, e as declarações dele passaram a fazer parte do inquérito que apura o crime.

Investigação apura as circunstâncias da morte da bebê Helena. Foto: Reprodução.
Versão apresentada à polícia
Durante o depoimento, o homem negou participação na morte da bebê Helena e também negou ter cometido abuso sexual contra a criança.
Segundo o relato prestado à polícia, ele afirmou que viu o primo se deitar na cama onde a bebê estava. De acordo com sua versão, a cena também teria sido presenciada pela companheira, e os dois permaneceram na sala do imóvel.
Ainda conforme o depoimento, o suspeito disse que só percebeu que algo estava errado quando a namorada correu até o quarto e retirou a filha debaixo do corpo do primo. Ele também declarou que havia consumido apenas três cervejas e, por isso, não estaria embriagado como o outro investigado.
Caso provocou comoção
Helena morreu após dar entrada em uma unidade de saúde com sinais de violência. Os exames apontaram indícios de abuso sexual, e a Polícia Civil iniciou uma investigação que resultou na prisão dos dois suspeitos. O caso provocou forte comoção em Fortaleza e mobilizou manifestações por justiça.
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Segundo informações publicadas pelo jornal O Povo, familiares relataram o estado em que a criança foi encontrada, enquanto a polícia aguarda a conclusão de novos laudos para reforçar o inquérito.
Defesas ainda não comentaram o caso
Até a publicação desta reportagem, as defesas dos suspeitos não haviam divulgado posicionamento detalhado sobre as acusações. A Polícia Civil informou que as investigações continuam sob sigilo para preservar a apuração.
Os dois suspeitos permanecem presos, enquanto a corporação aguarda novos laudos periciais e a conclusão das diligências para definir o indiciamento e o encaminhamento do caso à Justiça.
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