O tio da bebê Helena, Victor Guilherme, anunciou uma medida drástica nas redes sociais cerca de uma semana após a morte da criança de dez meses, em Fortaleza (CE).

(Foto: Reprodução / TV Cidade Fortaleza)
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O tio da bebê Helena, Victor Guilherme, anunciou o fechamento do estabelecimento em que é proprietário, o Xand’s Bar, localizado na Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará.

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A decisão aconteceu dias após a morte da criança de dez meses de idade, vítima de asfixia mecânica indireta, segundo laudo recente divulgado pela perícia. A morte foi constatada na manhã da última segunda-feira (13).

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Tio e suspeitos estavam no bar horas antes da tragédia

Na última semana, Victor deu entrevista à TV Cidade de Fortaleza, onde fez revelações sobre o caso, envolvendo ainda Francisco Ray Rodrigues Magalhães, de 22 anos, e Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26, suspeitos de terem cometido o homicídio.

Ambos estão presos preventivamente desde a última terça-feira (14), após decisão da Justiça do Ceará. O caso ainda é investigado.

Segundo Victor, os três estavam bebendo no bar horas antes de retornarem ao apartamento onde tudo aconteceu.

Susto

O tio contou que descobriu a tragédia ao ouvir um grito da irmã, mãe de Helena, na manhã do dia seguinte.

“Eu estava dormindo com a minha esposa e, de repente, escutei o grito dela (mãe de Helena). ‘Irmão, irmão, mataram minha filha’. Me levantei, olhei e ela não tinha reação. Peguei ela nos braços e desci imediatamente correndo, mas esqueci a chave do carro pra levá-la ao hospital”, contou.

“Os bombeiros chegaram, colocaram ela na viatura e foram ao hospital. Quando cheguei lá, o médico disse que ela já estava em óbito”, revelou o tio.

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(Foto: Reprodução / Redes Sociais)

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Reviravolta no Caso Helena

A investigação sobre a morte de uma bebê de 10 meses ganhou um novo desdobramento após a conclusão do laudo da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce). O documento descartou a ocorrência de violência sexual e apontou que a criança morreu em decorrência de asfixia mecânica indireta.

Inicialmente, o caso era tratado como um possível estupro seguido de morte. Com o resultado da perícia, essa hipótese foi descartada, mas a investigação segue para esclarecer as circunstâncias do homicídio.

“Os exames realizados pela Pefoce também não constataram presença de sêmen e não indicaram presença de material genético dos dois homens envolvidos na ocorrência no corpo dela. O exame sexológico apontou que não houve violência sexual”, disse a Perícia Forense do Ceará (Pefoce) em nota.

A perícia informou ainda que exames laboratoriais realizados para detectar álcool e drogas no sangue da bebê tiveram resultado negativo, sem a identificação dessas substâncias nas amostras analisadas.

O laudo pericial foi concluído na sexta-feira (17) e passa a integrar o inquérito policial, que permanece em andamento.

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