A Polícia Civil prendeu, na noite da última terça-feira (21), Maria Francileide, de 55 anos, viúva do investigador Arnaldo José Nascimento, suspeita de ser a mandante do assassinato do próprio marido. A prisão ocorreu em Guarulhos, na Grande São Paulo, durante uma operação realizada por equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE).

Viúva de investigador da Polícia Civil é presa suspeita de mandar matar o marido (Foto: Divulgação/PCSP)
Viúva de investigador da Polícia Civil é presa suspeita de mandar matar o marido (Foto: Divulgação/PCSP)

A Polícia Civil prendeu, na noite da última terça-feira (21), Maria Francileide, de 55 anos, viúva do investigador Arnaldo José Nascimento, suspeita de ser a mandante do assassinato do próprio marido. A prisão ocorreu em Guarulhos, na Grande São Paulo, durante uma operação realizada por equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE).

Viúva de investigador da Polícia Civil é presa suspeita de mandar matar o marido (Foto: Reprodução)

Após ser capturada, ela foi encaminhada ao 8º Distrito Policial de Guarulhos e, posteriormente, transferida para o 1º Distrito Policial da cidade.

O assassinato do investigador aconteceu em janeiro de 2025, na região do Itaim Paulista, na zona leste da capital paulista.

Atirador confessou o crime e apontou a viúva como mandante

Segundo a Polícia Civil, um dos envolvidos no homicídio, Ronaldo, conhecido pelo apelido de “Tatu”, confessou durante julgamento realizado no mês passado que foi o responsável pelos disparos que mataram o investigador.

Em depoimento, ele afirmou que foi contratado por Maria Francileide para executar o crime e que receberia R$ 200 mil pelo assassinato.

Ainda segundo o relato do suspeito, antes de contratar os criminosos, a mulher teria tentado matar o marido utilizando “chumbinho”, mas não conseguiu.

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Suspeita já havia sido presa anteriormente

De acordo com a investigação, Maria Francileide chegou a ser presa em janeiro deste ano durante diligências realizadas na gráfica pertencente ao investigador.

Na ocasião, os policiais encontraram a mulher em posse da arma da vítima.

Segundo a Polícia Civil, ao perceber a chegada da equipe, ela teria tentado sacar a arma para atirar contra os agentes, mas foi rapidamente contida e presa.

Posteriormente, ela passou a responder ao processo em liberdade.

Ameaças motivaram nova prisão

Ainda conforme as investigações, após a confissão de Ronaldo, Maria Francileide passou a ameaçar a companheira do suspeito.

Diante das novas provas reunidas durante a apuração, a Justiça decretou a prisão preventiva da investigada.

Após a expedição do mandado, ela deixou a zona leste de São Paulo e se escondeu em Guarulhos, onde acabou localizada e presa por equipes do GOE.

Audiência de custódia

Maria Francileide deverá passar por audiência de custódia, quando a Justiça analisará a legalidade da prisão e decidirá sobre a manutenção da medida cautelar.

A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer todos os detalhes do homicídio e a participação de outros envolvidos no crime.

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