Duas adolescentes, entre elas a goiana Alice Oliveira, de 16 anos, estão desaparecidas na França e mobilizam familiares e autoridades locais. Alice, que vive no país europeu há quatro anos e trabalha como babá, foi vista pela última vez na quarta-feira (22/7), quando voltava do trabalho, mas não desceu na estação de trem onde encontraria o pai. A outra jovem desaparecida é Maria de Fátima Pina Monteiro, natural de Cabo Verde, vista pela última vez um dia antes. A família acredita que as duas possam estar juntas e afirma que elas teriam sido vistas seguindo em direção à região de Marselha.
Além do desaparecimento da brasiliense Gabriele da Silva Monteiro, de 33 anos, em Lyon, na França, outros dois casos passaram a chamar atenção e aumentaram a preocupação de familiares e da comunidade brasileira no exterior.

França (Foto: Freepik)
Após a repercussão do episódio, foram divulgados relatos sobre o sumiço de uma adolescente brasileira e de uma jovem cabo-verdiana, ambas desaparecidas em circunstâncias ainda não esclarecidas.
A jovem Maria de Fátima Pina Monteiro, natural de Cabo Verde, está desaparecida desde a última terça-feira (21). Até o momento, sua idade não foi informada pelas autoridades ou familiares.
Já a adolescente Alice Oliveira, de 16 anos, natural de Goiânia (GO), foi vista pela última vez na última quarta-feira (22). Desde então, parentes e amigos buscam informações que possam ajudar a localizar a jovem.
Rotina de trabalho terminou em desaparecimento
De acordo com a advogada Eduarda Costa, prima de Alice, a adolescente vive na França há cerca de quatro anos, onde trabalha como babá. Em entrevista à coluna Na Mira, ela relatou que a jovem saiu de casa para cumprir a rotina de trabalho, mas não retornou como de costume.
Segundo a familiar, Alice costumava encontrar o pai em uma estação de trem ao fim do expediente para seguirem juntos para casa. No entanto, no dia do desaparecimento, a adolescente não compareceu ao local combinado, o que despertou a preocupação da família e deu início às buscas por seu paradeiro.
“Ela não desceu do trem, não atendeu às ligações, não respondeu às mensagens e desapareceu. Todas as tentativas de comunicação por telefone, mensagens e outros meios foram infrutíferas, o que tem causado grande preocupação à família”, afirmou a prima. A irmã de Alice, Ana Flávia Oliveira, relatou também que a adolescente nunca havia saído sem avisar.
A família de Alice trabalha com a hipótese de que a adolescente esteja acompanhada da amiga Maria de Fátima. A suspeita ganhou força após informações compartilhadas pelos parentes nas redes sociais, indicando que as duas teriam sido vistas juntas seguindo em direção à cidade de Marseille, localizada no sul da França.
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Famílias divulgam contatos para receber informações
Os familiares de Alice Oliveira e Maria de Fátima Pina Monteiro seguem mobilizados na tentativa de localizar as jovens e disponibilizaram canais de contato para o envio de informações que possam contribuir com as buscas. A orientação é que qualquer pessoa que tenha visto as duas ou possua pistas sobre o paradeiro delas entre em contato imediatamente com os parentes.
As famílias disponibilizaram os seguintes telefones:
- Rosalina, mãe de Maria de Fátima: +33 7 43 62 39 36
- Ana Flávia, irmã de Alice: +33 7 69 33 51 76
Os desaparecimentos das três jovens foram oficialmente registrados junto à polícia francesa, que conduz as investigações para esclarecer os casos.
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Desaparecimento de Gabriele
O desaparecimento das adolescentes ocorre em meio a outro caso que também mobiliza familiares e autoridades na França: o da engenheira brasiliense Gabriele da Silva Monteiro, de 34 anos, desaparecida desde a última quinta-feira (23), na cidade de Lyon.
De acordo com relatos da família, Gabriele deixou o apartamento onde morava sem levar documentos, celular ou qualquer outro objeto pessoal. Ao entrarem no imóvel, os familiares encontraram a porta fechada, mas sem sinais de arrombamento ou trancamento.

Gabriele da Silva Monteiro (Foto: reprodução)
A última informação sobre seu paradeiro foi fornecida por uma vizinha, que afirmou ter visto a engenheira por volta das 12h30, no elevador do edifício, logo após ela retornar de uma escola onde havia buscado as filhas. Desde então, não houve mais notícias sobre Gabriele, e o caso segue sob investigação das autoridades francesas.
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