A mãe de Bryan Henrique de Souza de Barros, de 7 anos, que morreu afogado em uma piscina de um parque aquático em Olinda (PE), fez um emocionante desabafo sobre a tragédia. O acidente aconteceu no último sábado (25), no bairro de Ouro Preto.
A mãe de Bryan Henrique de Souza de Barros, de 7 anos, que morreu afogado em uma piscina de um parque aquático em Olinda (PE), fez um emocionante desabafo sobre a tragédia. O acidente aconteceu no último sábado (25), no bairro de Ouro Preto.

Menino de 7 anos morre afogado em piscina de parque aquático (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Em entrevista ao SBT, Emilly Vitória de Souza contou que acompanhava o filho durante todo o tempo e que se ausentou por apenas alguns instantes para ir ao banheiro. Segundo ela, não havia qualquer sinalização indicando que a piscina também possuía uma área profunda.
“Se tivesse placa, eu nunca teria deixado meu filho lá”
Muito abalada, a mãe afirmou que acreditava que o local onde Bryan brincava era seguro e criticou a falta de informações sobre a profundidade da piscina.
“Ai meu Deus, não tinha nenhuma placa sinalizando que a piscina era rasa ou funda. Se tivesse, eu nunca tinha deixado meu filho lá. Eu deixei ele no lado raso, fiquei olhando o tempo todo. Eu só fui ao banheiro e, quando voltei, já ouvi a gritaria”, relatou.
Emilly também afirmou que havia salva-vidas no parque, mas disse que eles não estariam atentos no momento do acidente.
“Tinha salva-vidas, mas estavam mexendo no celular. Quando foram socorrer meu filho já era tarde”, declarou.
Segundo a mãe, ela só percebeu que a vítima era seu filho quando ouviu pessoas comentando que uma criança havia se afogado.
Acesse o canal BNTV no Youtube
Bryan foi socorrido, mas não resistiu

Bryan Henrique de Souza de Barros, de 7 anos, que morreu afogado em uma piscina de um parque aquático em Olinda (PE) (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Bryan foi retirado da água por outro frequentador do parque, pai de uma criança que também estava no local.
Em seguida, o menino foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Tabajara, onde recebeu atendimento médico, mas não resistiu.
Parque lamenta morte e diz colaborar com investigação
Em nota, o Via Park lamentou profundamente a morte da criança e informou que os primeiros socorros foram prestados ainda nas dependências do parque antes do encaminhamento à unidade de saúde.
O empreendimento também afirmou que mantém contato com a família, oferecendo apoio e assistência, além de colaborar integralmente com as autoridades responsáveis pela investigação.
O caso será apurado para esclarecer as circunstâncias do afogamento e verificar se houve falhas na segurança ou no atendimento prestado no local.