Jovem teve os dois joelhos quebrados após acidente em academia. Advogado critica atendimento e cobra cirurgia urgente. Defesa estuda ação judicial para responsabilizar envolvidos.
O caso da jovem que teve os dois joelhos quebrados durante um treino em uma academia na Asa Norte, em Brasília, ganhou novos desdobramentos. Desta vez, o foco está nas críticas feitas pelo advogado da vítima, que aponta falhas no atendimento inicial e promete acionar a Justiça para garantir o tratamento adequado.
Júlia Stefany Cotrim Beserra, de 19 anos, ficou gravemente ferida após um equipamento se soltar durante um exercício com cerca de 160 quilos. O acidente aconteceu no dia 1º de abril e é investigado pela Polícia Civil como lesão corporal.
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Segundo o advogado Marco Vicenzo, a situação se agravou após o primeiro atendimento médico. Ele afirma que a jovem foi liberada mesmo com lesões graves e que a família precisou buscar alternativas por conta própria.
“Ela foi atendida no hospital e mandada para casa com os dois joelhos quebrados. Agora, ou a família tem de se virar para pagar uma cirurgia particular ou eu vou garantir na Justiça, por liminar. A prioridade é garantir a cirurgia. Depois, responsabilizar os culpados”, declarou.
A jovem segue em estado delicado, sob forte medicação, enquanto aguarda os próximos passos para o procedimento cirúrgico. A recuperação, segundo médicos, deve ser longa, com meses de imobilização e afastamento total de atividades físicas.
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O acidente foi registrado por câmeras de segurança e mostra o momento em que o equipamento se solta e atinge violentamente as pernas da vítima. Frequentadores da academia correram para ajudar, e o Corpo de Bombeiros foi acionado. Júlia chegou a desmaiar devido à dor.
Falha na academia?
A investigação agora busca esclarecer se houve falha mecânica no aparelho, especialmente no cinto utilizado durante o exercício. A própria vítima afirmou que já utilizava o equipamento com frequência e nunca havia enfrentado problemas semelhantes.
Enquanto isso, a defesa da jovem já se prepara para medidas judiciais, tanto para garantir o tratamento quanto para apurar responsabilidades no caso.
Em nota, a academia informou que presta suporte à aluna e que colabora com as investigações.
O caso segue sob apuração da Polícia Civil, que aguarda laudos técnicos para determinar as causas do acidente. A depender das conclusões, os responsáveis podem responder civil e criminalmente.
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