Ana Castela apresentou sua defesa no processo movido por Dalton de Oliveira Rodrigues Vieira, que pede mais de R$ 700 mil em indenização por danos morais e materiais. A ação tem origem em publicações feitas pela cantora após o caso de maus-tratos a um cavalo ocorrido durante uma cavalgada em Bananal, no interior de São Paulo.
A cantora Ana Castela apresentou sua contestação à Justiça após ser acionada judicialmente por publicações relacionadas a um episódio de supostos maus-tratos a um cavalo durante uma cavalgada realizada na cidade de Bananal, no interior de São Paulo.

Quem é o influenciador famoso apontado como novo affair de Ana Castela? (Foto: Redes Sociais)
A ação foi movida por Dalton de Oliveira Rodrigues Vieira, que solicita indenização por danos morais e materiais. Segundo o processo, conteúdos compartilhados pela cantora teriam contribuído para associá-lo ao ocorrido, resultando em exposição pública e impactos negativos à sua imagem.
Em sua manifestação à Justiça, Ana Castela argumenta que o episódio envolvendo o suposto caso de maus-tratos ao animal já havia alcançado grande visibilidade pública antes de suas publicações.
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Os advogados da artista afirmam ainda que as menções feitas por ela ocorreram por meio dos stories do Instagram, recurso cujo conteúdo permanece disponível por tempo limitado. Com isso, sustentam que a repercussão e a dimensão alcançadas pelo caso não podem ser atribuídas unicamente às postagens realizadas pela cantora.
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Cantora contesta acusações
Conforme informações divulgadas pela jornalista Fábia Oliveira, do Metrópoles, Dalton de Oliveira Rodrigues Vieira sustenta na ação que teve sua imagem exposta pela cantora e que foi apontado publicamente como responsável pelo caso envolvendo supostos maus-tratos a um cavalo, registrado em 2025.
Na contestação, Ana Castela argumenta que não citou Dalton de forma explícita em nenhuma de suas manifestações. A defesa ressalta ainda que os posicionamentos da artista foram baseados em informações que já circulavam publicamente à época dos fatos.
Os advogados da sertaneja também defendem que as publicações estão protegidas pelo direito constitucional à livre manifestação de pensamento. Segundo eles, não há elementos que comprovem que os alegados danos tenham sido causados exclusivamente pelas postagens da cantora.
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Defesa atribui repercussão ao próprio autor
Segundo a defesa, o próprio autor teria contribuído para a repercussão do episódio ao participar da cavalgada onde ocorreram os supostos maus-tratos ao animal e ao registrar imagens do evento, fatos que teriam ampliado sua exposição pública.
A equipe jurídica da cantora também contesta os valores cobrados na ação. Na ação, Dalton pede o pagamento de R$ 700 mil a título de reparação por danos morais.
Além disso, reivindica aproximadamente R$ 61 mil referentes a perdas financeiras que, segundo ele, teriam ocorrido após sua demissão. O autor também solicita que a artista divulgue uma retratação pública sobre o caso.
Ana Castela rejeita o pedido de reparação por danos materiais, argumentando que não existem elementos suficientes para comprovar a responsabilidade da artista pelos prejuízos financeiros apontados pelo autor da ação.
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