Anitta repercutiu nas redes sociais ao celebrar o avanço da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil. Em um vídeo publicado online, a cantora comentou o tema ao som da música “Deus Existe”, o que rapidamente gerou ampla reação do público.

Anitta (Reprodução/Redes Sociais)
Anitta (Reprodução/Redes Sociais)

A cantora Anitta comemorou, nesta quinta-feira (28), nas redes sociais o avanço da proposta que discute o fim da escala 6×1 no Brasil. A cantora publicou um vídeo celebrando a movimentação em torno do tema, embalada pela música “Deus Existe”, e rapidamente ganhou destaque entre os assuntos mais comentados da internet.

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Anitta (Foto: Redes Sociais)

A publicação recebeu apoio de parte dos seguidores, que viram na atitude da artista uma forma de dar maior visibilidade a uma pauta trabalhista que impacta milhões de brasileiros.

O fato de não viver diretamente a rotina da escala 6×1 não impede Anitta de apoiar discussões sobre melhores condições de trabalho e mais qualidade de vida para a população.

Escala 6×1 divide opiniões

A celebração também provocou reações críticas e comentários irônicos nas redes sociais. Parte dos usuários questionou a aproximação da cantora com a realidade de trabalhadores que enfrentam rotinas intensas em setores como comércio, serviços e outras atividades com jornadas prolongadas.

Ainda assim, a manifestação de Anitta acabou ampliando a visibilidade do debate. A discussão sobre o possível fim da escala 6×1 tem ganhado espaço no país, dividindo opiniões entre aqueles que defendem a redução da carga de trabalho em busca de mais qualidade de vida e os que apontam possíveis impactos econômicos para empresas e empregadores.

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Fim da escala 6×1

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (27), a PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, regime em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e folga um.

Segundo o texto aprovado, a transição para o novo modelo deverá ser concluída em até 14 meses. A proposta ainda precisa ser analisada pelo Senado antes de seguir para promulgação.

Apesar da aprovação na Câmara, a medida deve enfrentar resistência entre senadores. Interlocutores ligados ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), indicam que, embora haja reconhecimento do apelo social do tema, não há expectativa de uma tramitação acelerada.

Ainda assim, a projeção é de que o texto possa avançar e ser votado antes das eleições deste ano.

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