Antes de se envolver com o crime no Rio, Eweline Rodrigues, a Diaba Loira, já se destacava em polêmicas em Santa Catarina. Em 2020, ganhou ação por danos morais contra uma empresa. Anos depois, foi morta após trocar de facção.

(Foto: Redes Sociais)
(Foto: Redes Sociais)

Antes de entrar para a vida do crime, Eweline Passos Rodrigues, conhecida como Diaba Loira — morta após trocar de facção no Rio de Janeiro — já acumulava polêmicas mesmo quando levava uma vida considerada “normal”.

Quando ainda morava em Tubarão, no interior de Santa Catarina, ao lado do marido e dos dois filhos, Eweline foi alvo de uma ação judicial em 2020.

Segundo os autos, ela foi acusada de coagir funcionários de uma empresa onde trabalhava, alegando ter se machucado no local e exigindo indenização. A Justiça de Santa Catarina, entendendo que não havia provas suficientes para confirmar a versão da loja, condenou a empresa a indenizar Eweline em R$ 1,5 mil por danos morais. A empresa recorreu, mas a decisão foi mantida.

Mais sobre a Diaba Loira

Em 2022, Eweline deixou Santa Catarina após sobreviver a um ataque que perfurou seu pulmão. No Rio de Janeiro, ela se uniu ao Comando Vermelho (CV), onde ganhou notoriedade ao ostentar armas e conquistar mais de 70 mil seguidores nas redes sociais.

No entanto, tornou-se alvo após romper com o CV e declarar apoio ao Terceiro Comando Puro (TCP), facção rival.

Sua morte ocorreu em meio aos frequentes confrontos entre as organizações, levantando a hipótese de execução como vingança por sua mudança de lado.

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