A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quinta-feira (02) a determinação que proíbe no Brasil o autoinjetor de adrenalina Epipen, importado pela Farmácia Pague Menos.

(Foto: Reprodução)
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quinta-feira (2), a determinação que proíbe no Brasil o autoinjetor de adrenalina Epipen, importado pela Farmácia Pague Menos.

A medida abrange a proibição do armazenamento, da comercialização, distribuição, propaganda e do transporte dos produtos.

Anvisa barrou produto

Segundo a agência fiscalizadora, a iniciativa foi tomada tendo em vista que o medicamento tem origem estrangeira e não tem registro adequado no país.

Com isso, a Anvisa faz um alerta de que medicamentos clandestinos não têm garantia de composição, origem, eficácia e segurança, resultando na impossibilidade de uso.

Autoinjetor de adrenalina

O autoinjetor de adrenalina é uma caneta de aplicação rápida que libera uma dose pronta de epinefrina, usada em situações de emergência para tratar reações alérgicas graves, principalmente a anafilaxia.

Ele foi desenvolvido para que o próprio paciente, um familiar, professor ou cuidador consiga aplicar o medicamento imediatamente, mesmo sem treinamento médico avançado. A adrenalina age abrindo as vias respiratórias, reduzindo o inchaço e ajudando a estabilizar a circulação sanguínea.

Na prática, ele serve para reverter rapidamente sintomas que podem colocar a vida em risco, como falta de ar, inchaço na garganta, queda de pressão, chiado no peito, desmaio e urticária intensa após contato com alimentos, medicamentos, picadas de insetos ou látex.

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