A atriz Luana Piovani voltou a gerar repercussão nas redes sociais nesta quinta-feira (30), após publicar um vídeo com duras críticas ao Congresso Nacional. A manifestação ocorre dias depois da polêmica envolvendo a influenciadora Virginia Fonseca.

Luana Piovani (Reprodução/Redes Sociais)
Luana Piovani (Reprodução/Redes Sociais)

A atriz Luana Piovani voltou a gerar repercussão nas redes sociais nesta quinta-feira (30), após publicar um vídeo com duras críticas ao Congresso Nacional. A manifestação ocorre dias depois da polêmica envolvendo a influenciadora Virginia Fonseca.

Luana Piovani reforça que "não vai parar" (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

Luana Piovani reforça que “não vai parar” (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

Em publicação no Instagram, a artista comentou sobre a chamada “PL da dosimetria” e demonstrou preocupação com os possíveis efeitos da proposta.

Alerta sobre proposta

Durante o vídeo, Piovani afirmou que a proposta pode representar riscos à segurança pública e criticou a atuação dos parlamentares.

A gente está prestes a viver mais uma vez um perigo eminente para a vida e para a segurança de todos os brasileiros.

A atriz também sugeriu a possibilidade de mobilizações populares contra a medida.

Convocação e desabafo

Ainda no desabafo, Luana fez críticas diretas ao Congresso e incentivou a população a acompanhar o tema de perto.

“Então vamos todos ficar atentos, porque é bem provável que tenha que ter manifestação, porque esse Congresso é inimigo do povo e vai querer, na surdina, aprovar esta merda.”

A fala repercutiu nas redes sociais e dividiu opiniões entre os internautas.

O que é a PL da dosimetria?

O PL da Dosimetria muda as regras de progressão de regime prisional do regime mais rigoroso, para o menos rigoroso, a exemplo do regime semiaberto ou aberto.

O texto diz que o prazo para a progressão para crimes contra o Estado Democrático de Direito deixa de ser o cumprimento de um quarto da pena (25%), passando para apenas um sexto (16,6%), quando o condenado for réu primário.

Se o condenado for reincidente, ele deverá cumprir ao menos 30% da pena para ter direito à prorrogação de regime.

Se o apenado for condenado por exercer o comando, individual ou coletivo, de organização criminosa estruturada para a prática de crime hediondo ou equiparado, deverão ser cumpridos ao menos 50% da pena.

O texto diz ainda que, quando praticados “em contexto de multidão”, os crimes de golpe de Estado devem ter a pena reduzida entre um terço e dois terços.

O mesmo vale para o crime de abolição violenta do Estado democrático. Em ambos os casos, o infrator não pode ter financiado ou exercido papel de liderança.

Além disso, o texto permite a remição de pena, por trabalho ou estudo, mesmo quando o condenado estiver em regime domiciliar

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