Áudios que circulam nas redes sociais revelam o sofrimento da mãe de Geniane Pereira, jovem de 20 anos assassinada na última sexta-feira (24), em Pontal, no interior de São Paulo.

Jovem morta (Foto: Reprodução)
Jovem morta (Foto: Reprodução)

Áudios que circulam nas redes sociais revelam o sofrimento da mãe de Geniane Pereira, jovem de 20 anos assassinada pelo pai de uma amiga na última sexta-feira (24), em Pontal, no interior de São Paulo.

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Suspeito de matar a jovem (Foto: Reprodução)

Na gravação, a mãe, abalada, faz um apelo emocionante por justiça e demonstra dificuldade em aceitar a perda da filha.

“Estou arrasada… estou esperando ela chegar em casa”, diz, em um dos trechos que mais comoveram internautas.

Jovem já tinha medo do suspeito

Em outro momento, a mãe relata que a filha já demonstrava medo do homem apontado como autor do crime — o pai de uma amiga com quem Geniane morava.

Segundo o relato, o suspeito teria histórico de comportamento agressivo, além de já ter tentado abusar da jovem anteriormente, situação que ela conseguiu evitar.

Crime brutal em plena rua

De acordo com a investigação, o suspeito, identificado como Cleomar, passou a apresentar comportamento obsessivo após se interessar pela vítima.

Segundo o delegado Claudio Messias, ele já havia feito investidas rejeitadas e demonstrava sinais de ciúmes e agressividade.

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O ataque aconteceu em via pública: armado com uma faca, o homem surpreendeu Geniane e a atingiu com diversos golpes, ao menos nove facadas.

A jovem chegou a ser socorrida e levada à Santa Casa de Pontal, mas não resistiu aos ferimentos.

Testemunhas afirmam que o suspeito teria esperado pelas jovens em um ponto do trajeto que elas faziam diariamente. Mesmo usando capuz, ele foi reconhecido.

Ao avistar Geniane, chamou a jovem por um apelido e iniciou o ataque sem dar chance de defesa. A amiga da vítima presenciou toda a cena.

Caso é tratado como feminicídio

A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio e segue em busca do suspeito, que fugiu após o crime.

Geniane e a amiga eram naturais de Turmalina e haviam se mudado recentemente para São Paulo em busca de trabalho.

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