Antes de morrer em uma operação da Polícia Civil, nesta quinta-feira (09), o traficante Ygor Freitas de Andrade, conhecido como Matuê, chefe do Comando Vermelho (CV) na Zona Oeste do Rio de Janeiro, participou de um “tribunal do crime” registrado em áudios.
Antes de morrer em uma operação da Polícia Civil, nesta quinta-feira (09), o traficante Ygor Freitas de Andrade, conhecido como Matuê, chefe do Comando Vermelho (CV) na Zona Oeste do Rio de Janeiro, participou de um “tribunal do crime” registrado em áudios.
Nas gravações divulgadas pela coluna Na Mira, Matuê conversa com Carlos da Costa Neves, o Gardenal, apontado como um dos líderes da facção, sobre o destino de um rival identificado apenas como “Cowboy”.
“Nós veio dar um papo tranquilo no cara, o cara tá tudo arrogante, querendo pegar o vapor, querendo pegar o gerente, querendo pegar uma caça do Tiriça. Traduzindo: tá sentado aqui no banheiro”, diz Matuê em um dos trechos.
Cowboy desapareceu e investigações apontam ligação do alto comando do CV para eliminar rivais e expandir o domínio da facção.
Matuê e dois seguranças foram mortos durante confronto com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, que realizava uma operação no Campinho, Zona Sudoeste da capital, para cumprir mandados de prisão contra chefes do tráfico.
O criminoso era apontado como líder do tráfico nas comunidades da Gardênia Azul e Cidade de Deus, e integrava a “equipe sombra”, ligada ao traficante Juan Breno Malta Ramos Rodrigues, conhecido como BMW. Ele era considerado uma peça-chave na guerra por território em Jacarepaguá.
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