A influenciadora Bárbara Evans usou as redes sociais nesta quarta-feira (29) para falar abertamente sobre a dependência de medicamentos e o processo de desmame do clonazepam, substância que ela afirma ter utilizado por cerca de cinco anos.
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Bárbara Evans (Reprodução/Redes Sociais)
Em relato, Bárbara contou que passou a enfrentar dificuldades para dormir: “Eu não consigo, ou não conseguia, dormir sem o Clonazepam (…) Não sabia que ele fazia tão mal a longo prazo, né? Fui entendendo que ele faz muito mal a longo prazo”, disse.
A influenciadora alertou seguidores sobre a importância do acompanhamento médico, reforçando que o uso de medicamentos desse tipo deve ser feito com supervisão profissional.
“Pesquisem, conversem com o médico de vocês. Quem toma sem médico tem que ter alguém, um psiquiatra, enfim”, declarou ela. “Estou compartilhando com vocês uma falha minha, um defeito meu, que é o vício nesse remédio que chama Clonazepam”, contou.
Acompanhamento psiquiátrico
Bárbara Evans revelou que iniciou um acompanhamento psiquiátrico com o objetivo de reduzir gradualmente o uso de clonazepam. Segundo ela, o tratamento inclui a substituição parcial do medicamento por gomas de canabidiol (CBD), utilizadas como apoio para melhorar o sono.
Bárbara explicou que, anteriormente, fazia uso de uma dose inteira do remédio para conseguir dormir, mas atualmente já conseguiu reduzir a quantidade para um quarto do comprimido. Apesar dos avanços, ela contou que enfrentou uma recaída recente, motivada por um quadro de ansiedade durante uma viagem a trabalho.
“Essa noite, eu não consegui dormir, tive uma recaída, tomei meio”. “Estou até tremendo, porque eu não consegui dormir. E eu tenho hora para acordar, não posso ficar dormindo até tarde”, explicou.
A influenciadora destacou que o processo tem sido gradual e acompanhado por profissionais, reforçando que a adaptação ao novo tratamento exige tempo e cuidado contínuo.
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Influenciadora relata impacto do medicamento
Na legenda, a influenciadora relatou sua experiência com o uso prolongado de clonazepam. Ela afirmou que, por muito tempo, o medicamento fez parte de sua rotina e destacou que, muitas vezes, esse tipo de substância pode impactar a vida de forma gradual, interferindo no bem-estar e na autonomia.
Ela também destacou que existe possibilidade de recuperação e de uma vida mais equilibrada após o processo, motivando outras pessoas que possam estar passando por situações semelhantes.
“Se você faz uso, não tome decisões sozinho. Procure ajuda, orientação, faça tudo com segurança. Mas saiba: existe vida depois disso. Uma vida mais leve, mais presente, mais saudável. Se esse vídeo tocar você de alguma forma, já valeu a pena eu me expor aqui”, finalizou.
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