Após quase quatro anos foragida, a “Barbiezinha de Bangu”, foi presa na terça-feira (02), em Campo Grande, no Rio de Janeiro. Apontada como líder do esquema, ela escondia os entorpecentes em locais como capacetes e em suas roupas.
Após quase quatro anos foragida, a “Barbiezinha de Bangu”, foi presa na terça-feira (02), em Campo Grande, no Rio de Janeiro. Apontada como líder do esquema, ela escondia os entorpecentes em locais como capacetes e em suas roupas.
Ostentação e deboche nas redes sociais
Foragida desde 2021, Graziele utilizava suas redes sociais para ostentar armas, fazer apologia ao tráfico e debochar das autoridades. Em um vídeo que circulou nas redes, ela chegou a dizer que se sentia mais segura dentro da comunidade, ao lado dos traficantes, do que fora.
Mesmo após a prisão, o perfil dela no Instagram continua ativo, com publicações que incluem dancinhas, fotos na praia, registros com amigos e até louvores. Não há informações sobre quem administra a conta.
Histórico criminal e prisão
Em 2019, policiais encontraram drogas e material para embalar entorpecentes na casa da família de Graziele, em Santa Maria Madalena, na Região Serrana do Rio. Após ser detida, ela passou por uma audiência de custódia, e o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de liberdade provisória. Ela permanece presa.
