A Polícia Civil investiga a morte da bebê Aylla dos Santos Lahyre de Oliveira, de 1 ano e seis meses, ocorrida em uma Unidade de Pronto Atendimento na Ilha do Governador, zona norte do Rio de Janeiro.
A Polícia Civil investiga a morte da bebê Aylla dos Santos Lahyre de Oliveira, de 1 ano e seis meses, ocorrida em uma Unidade de Pronto Atendimento na Ilha do Governador, zona norte do Rio de Janeiro.

Aylla, de 1 ano e seis meses. Foto: Reprodução.
O caso aconteceu na noite de quinta-feira (16) e gerou comoção entre familiares.
Família questiona atendimento
Segundo o pai, a criança havia sido levada à unidade com sintomas considerados leves e não apresentava sinais aparentes de gravidade.
“Minha filha estava brincando aqui no pátio. Infecção urinária mata?”, questionou.
Ele afirma ainda que a bebê recebeu classificação de baixo risco e aguardou atendimento por cerca de três horas.
A criança passou por diferentes procedimentos dentro da unidade antes da confirmação da morte.
“Depois disseram que minha filha chegou a óbito às 22h. Não me deixaram ver o corpo”, afirmou.
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Problemas após a morte
A família também relata dificuldades para a liberação do corpo no Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto.

UPA da Ilha do Governador, onde a bebê foi atendida antes da morte. Foto: Reprodução.
Segundo o pai, houve envio de documentos incorretos, o que atrasou o processo.
“Minha filha não é indigente. Eu quero justiça pela minha filha”, disse.
Familiares e amigos realizaram um protesto em frente à unidade de saúde, com cartazes pedindo esclarecimentos sobre o caso.
O que dizem as autoridades
A Fundação Saúde informou que abriu uma sindicância para apurar o atendimento prestado.
Segundo o órgão, a criança passou por exames e foi medicada conforme o quadro clínico, e apenas uma investigação detalhada poderá esclarecer a causa da morte.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que o caso está em investigação.
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