Uma menina de apenas um ano e 10 meses morreu, na madrugada desta terça-feira (14), no município de Novo Gama, em Goiás, depois de dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com diversos hematomas pelo corpo. Havia também lesões nas partes íntimas.

A mãe da criança disse para a polícia que a filha tinha sido levada para Ceilândia (DF) por um tia, no domingo (12), justamente para passar o Dia das Crianças com o pai biológico, Gleison Maicon da Silva Santos, que foi liberado do Complexo Penitenciário da Papuda, alguns dias antes, beneficiado com a “saidinha”.

A mãe também relatou que, ao chegar em casa, percebeu que a filha já tinha vários hematomas pelo corpo, mas quando trocou a fralda da bebê, não notou lesões nas partes íntimas da menina.

Bebê morre com sinais de abuso após visitar pai em ‘saidinha’ da Papuda

Uma menina de apenas um ano e 10 meses morreu, na madrugada desta terça-feira (14), no município de Novo Gama, em Goiás, depois de dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com diversos hematomas pelo corpo. Havia também lesões nas partes íntimas.

O Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (SAMU) foi acionado pela mãe da criança, que é menor de idade e tem 17 anos. Quando chegaram no local, a bebê, identificada como Cecília Emanuelle Rodrigues dos Santos, estava desacordada.

Cecília foi encaminhada para uma UPA. A criança não resistiu e morreu.

Os médicos constataram que as lesões eram recentes e que a menina tinha muitas marcas roxas pelo corpo, além de sangramentos anal e vaginal, mostrando abuso sexual.

O que diz a família

A mãe da criança disse para a polícia que a filha tinha sido levada para Ceilândia (DF) por um tia, no domingo (12), justamente para passar o Dia das Crianças com o pai biológico, Gleison Maicon da Silva Santos, que foi liberado do Complexo Penitenciário da Papuda, alguns dias antes, beneficiado com a “saidinha”.

A mãe também relatou que, ao chegar em casa, percebeu que a filha já tinha vários hematomas pelo corpo, mas quando trocou a fralda da bebê, não notou lesões nas partes íntimas da menina.

A mãe também disse que não procurou a polícia por medo do pai biológico da bebê.

A mulher também relatou que o ex é um homem muito perigoso e agressivo. Ela teria, inclusive, feito boletim de ocorrência anteriormente e solicitado medida protetiva.

O padrasto de Cecília, João Vitor Sousa Soares, disse à polícia que essa foi a segunda vez que a criança voltou da casa do pai com hematomas.

O casal disse que acredita que os machucados tenham sido causadas pelo pai biológico da criança.

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