O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta boa evolução clínica e, nesta sexta-feira (20), permanece com suporte intensivo da equipe de saúde no Hospital DF Star, em Brasília (DF), conforme atualização divulgada por um boletim médico.

Bolsonaro permanece na UTI e sem expectativa de alta (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil)
Bolsonaro permanece na UTI e sem expectativa de alta (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil)

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta boa evolução clínica e, nesta sexta-feira (20), permanece com suporte intensivo da equipe de saúde no Hospital DF Star, em Brasília (DF), conforme atualização divulgada por um boletim médico.

Apesar da melhora, o ex-chefe de Estado permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e sem previsão de alta.

Bolsonaro permanece na UTI

Em documento publicado nesta quinta-feira (19), os médicos avaliaram “boa evolução clínica e laboratorial” de Bolsonaro, que passa por tratamento contra pneumonia bacteriana bilateral, decorrente de broncoaspiração.

O boletim foi assinado pelos médicos Claudio Birolini, Leandro Echenique e Brasil Caiado, além do coordenador da UTI, Antônio Aurélio de Paiva, e do diretor-geral do hospital, Allisson Borges.

Internação e sintomas

Bolsonaro foi internado na última sexta-feira (13), após apresentar sintomas como febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese intensa e calafrios. Ele estava preso no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha, em Brasília, quando o quadro clínico se agravou.

O diagnóstico inicial foi de broncopneumonia bacteriana. Desde então, ele recebe antibioticoterapia intravenosa, além de suporte clínico intensivo e sessões de fisioterapia respiratória e motora.

Previsão de permanência no hospital

Conforme noticiado pelo portal BacciNotícias mais cedo, o estado de saúde de Bolsonaro motivou o envio de um relatório médico para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, indicando que a permanência hospitalar deve se estender por 14 dias, contados a partir do início do atendimento.

O ministro analisa o sexto pedido da defesa do ex-presidente, e cogita a possibilidade de conceder prisão domiciliar humanitária ao condenado, após pressão sobre a Corte. Antes de assinar ou não a decisão, ele deverá pedir o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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