O policial militar do Paraná flagrado fazendo sexo no capô de uma viatura foi identificado pela corporação. A investigação preliminar aponta que ele teria autorizado a publicação do vídeo em um site de conteúdo adulto voltado para a cultura cuckold. O caso teve início como uma abordagem de rotina, mas o policial acabou participando do ato após elogios e provocações do casal. A PM instaurou um inquérito para apurar a conduta do agente, reforçando que não compactua com atitudes que afetam a imagem da instituição.

Policial foi flagrado fazendo sexo no capô da viatura
Policial foi flagrado fazendo sexo no capô da viatura

O policial militar do Paraná flagrado em um vídeo fazendo sexo no capô de uma viatura foi identificado pela corporação, e novos detalhes chocantes vieram à tona. As informações preliminares indicam que o agente não apenas participou do ato, mas também teria autorizado a publicação das imagens em um site de conteúdo adulto. O caso tem gerado grande repercussão nas redes sociais.

Abordagem que virou ‘fetiche’

De acordo com o relato da mulher que aparece no vídeo, ela e seu marido, adeptos da cultura cuckold, estavam “se aventurando às margens de uma estrada” quando uma viatura da PM se aproximou. A princípio, o policial pretendia apenas “orientar o casal a procurar um local mais adequado”. No entanto, o clima mudou.

Após “alguns elogios e provocações”, ele “acabou entrando na onda” e se relacionou com a mulher. Durante o ato, o marido dela testemunhou a cena e, conforme as investigações, o agente teria autorizado que o vídeo fosse publicado em um site de conteúdo adulto voltado para esse tipo de fetiche. A mulher se refere ao marido como “corninho” durante a gravação.

Ação da Corporação

A Polícia Militar do Paraná emitiu uma nota oficial confirmando as providências tomadas. “A PM identificou preliminarmente o militar estadual, supostamente envolvido no vídeo de conteúdo impróprio”, diz o comunicado. A corporação informou que irá instaurar um Inquérito Policial Militar (IPM) para “apurar as circunstâncias dos fatos e suas respectivas responsabilidades”.

A nota conclui com um tom de repúdio, ressaltando que a instituição “não compactua com condutas que afrontam os valores, princípios e normas que regem a instituição, nem com atitudes que possam comprometer a imagem da corporação perante a sociedade paranaense”.

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