Conhecido por suas baladas de rock, o cantor sul-coreano Kim Jang-hoon, de 62 anos, revelou que tem um objetivo ambicioso fora dos palcos: doar cerca de 2 trilhões de won, o equivalente a mais de US$1,3 bilhão, antes de morrer. A meta, segundo o artista, é combater a fome infantil em seu país natal.
Conhecido por suas baladas de rock, o cantor sul-coreano Kim Jang-hoon, de 62 anos, revelou que tem um objetivo ambicioso fora dos palcos: doar cerca de 2 trilhões de won, o equivalente a mais de US$1,3 bilhão, antes de morrer. A meta, segundo o artista, é combater a fome infantil em seu país natal.
O anúncio foi feito em um vídeo publicado nas redes sociais, no qual Kim explicou que a decisão nasceu de experiências pessoais. Ele contou que já passou por períodos de extrema pobreza e chegou a enfrentar a fome, o que marcou profundamente sua trajetória. Para o cantor, o dinheiro pode não garantir felicidade, mas é essencial para evitar tragédias sociais.
Apesar de receber críticas e conselhos de fãs para reduzir o ritmo das doações, Kim afirma que se sente financeiramente estável e emocionalmente tranquilo com a escolha. Na Coreia do Sul, ele ganhou o apelido de “Anjo das Doações” e já teria destinado mais de 20 bilhões de won a causas sociais desde o início da carreira.
Detalhes da versão do cantor
Em entrevistas anteriores, o artista reforçou que acredita ter uma responsabilidade social proporcional ao sucesso que alcançou. Para ele, viver plenamente significa usar os recursos que conquistou para transformar a realidade de crianças em situação de vulnerabilidade.
Kim Jang-hoon iniciou a carreira musical em 1991 e lançou diversos álbuns de sucesso ao longo das décadas. Seu trabalho mais recente é de 2010, ano em que também colaborou com o cantor Psy. Além da música, sua atuação humanitária já foi reconhecida internacionalmente: em 2012, recebeu um prêmio de serviço voluntário concedido pelo então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
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