Filha de Renato Gaúcho publicou relatos sobre abordagens inesperadas e invasivas. Ela afirmou se sentir exposta e desprotegida diante das mensagens recebidas. Influenciadora questionou seguidores e cobrou mais proteção em plataformas e serviços.
A influenciadora Carol Portaluppi, de 31 anos, usou as redes sociais na noite da última sexta-feira (20) para relatar episódios que classificou como invasivos e preocupantes. Filha do técnico Renato Gaúcho, ela publicou prints de mensagens recebidas de desconhecidos e afirmou se sentir exposta diante da situação.
Em uma das publicações, Carol mostrou a conversa com um entregador de aplicativo, que mencionou seu pai ao enviar a mensagem após uma entrega. Ao comentar o caso, ela afirmou que, mesmo adotando medidas para preservar sua privacidade, como alterar dados pessoais, continua sendo identificada por pessoas que não fazem parte de seu convívio.
“É muito desconfortável ficar mudando o nome e e-mail e, mesmo assim, não sei como as pessoas descobrem e se sentem no direito de mandar mensagens. Me sinto muito desconfortável e desprotegida”, escreveu a influenciadora em um dos stories.
Carol também defendeu que empresas responsáveis pelos serviços deveriam reforçar mecanismos de proteção aos usuários. Para medir a percepção do público, ela abriu uma enquete perguntando se os seguidores consideravam a situação normal ou inadequada. Até o momento em que acompanhava o resultado, a maioria havia classificado o episódio como algo comum.
Mais detalhes de Carol Portaluppi
Em outra publicação, a influenciadora revelou ter recebido mensagens de um número desconhecido logo após passar por uma rua específica. Segundo ela, o remetente afirmou tê-la visto no local e enviou comentários pessoais. Carol compartilhou a imagem do ponto onde havia estado e questionou a normalidade da situação, reforçando sua preocupação com a exposição e a própria segurança.
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