A mulher presa suspeita de envolvimento no desaparecimento da cozinheira Berenice Ramos de Aguiar Faria, de 60 anos, tentou deixar a prisão durante uma audiência de custódia. O pedido aconteceu antes da confirmação de que o corpo encontrado em Angra dos Reis (RJ) era da vítima.
A mulher presa suspeita de envolvimento no desaparecimento da cozinheira Berenice Ramos de Aguiar Faria, de 60 anos, tentou deixar a prisão durante uma audiência de custódia. O pedido aconteceu antes da confirmação de que o corpo encontrado em Angra dos Reis (RJ) era da vítima.

Eliane Alves do Sano passou por audiência de custódia antes da confirmação da morte de Berenice. Foto: Reprodução.
Durante a audiência, Eliane Alves do Sano negou ter sofrido agressões policiais e a defesa pediu a revogação da prisão cautelar.
Defesa afirma que suspeita vai colaborar
Durante a sessão, o advogado de Eliane afirmou que ainda não tinha acesso completo ao inquérito policial e pediu tempo para analisar os documentos reunidos pela investigação.
O Ministério Público informou que não tinha perguntas e solicitou apenas a homologação da prisão e a comunicação à Justiça responsável pelo caso.
A defesa alegou que a cliente não teria intenção de atrapalhar as investigações e afirmou que ela estaria disposta a colaborar com a Polícia Civil.
“Ela não tem nenhum interesse em obstaculizar a dinâmica do processo e a Justiça”, afirmou o advogado durante a audiência.
Corpo de Berenice foi localizado após audiência
Após a realização da audiência de custódia, a investigação teve uma nova etapa. O corpo encontrado em uma área de mata em Angra dos Reis foi identificado como sendo de Berenice Ramos.
A cozinheira havia desaparecido no dia 30 de junho, em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. Segundo a apuração policial, ela teria saído da pousada onde trabalhava após uma carona oferecida pela ex-patroa.
Leia também:
A confirmação da identidade transformou o caso, que passou a ser investigado como possível homicídio.
Investigação busca esclarecer relação entre as duas
A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias da morte de Berenice e tenta esclarecer a motivação do crime.A relação entre vítima e suspeita, que envolvia um vínculo profissional, está entre os pontos analisados pelos investigadores.
Eliane Alves do Sano permanece presa enquanto a Polícia Civil reúne novos elementos sobre o caso. A defesa ainda não informou quais medidas pretende tomar após a confirmação da morte da cozinheira.
Leia mais no Bacci Notícias: