Novas imagens revelaram o momento em que um ex-funcionário tentou matar o próprio chefe após ser demitido. O caso aconteceu em agosto de 2024, em Cubatão, no litoral de São Paulo, e foi julgado na tarde de quinta-feira (26).

Caso ganha novas imagens e mostra ataque de ex-funcionário contra chefe após demissão (Foto:  Reprodução/TV Tribuna)
Caso ganha novas imagens e mostra ataque de ex-funcionário contra chefe após demissão (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Novas imagens revelaram o momento em que um ex-funcionário tentou matar o próprio chefe após ser demitido. O caso aconteceu em agosto de 2024, em Cubatão, no litoral de São Paulo, e foi julgado na tarde de quinta-feira (26).

Dinâmica do crime

Segundo as investigações, o soldador Ricardo da Silva teria planejado o ataque um dia após ser desligado da empresa, motivado por desentendimentos relacionados à hierarquia no ambiente de trabalho.

Imagens divulgadas pelo portal g1 mostram Ricardo como motorista de um carro que aguardava, do outro lado da rua, um segundo suspeito, ainda não identificado, responsável pela execução do ataque.

De acordo com denúncia do Ministério Público de São Paulo, o supervisor e colegas deixavam o alojamento da empresa, que prestava serviços terceirizados em uma unidade da Petrobras, quando ouviram o primeiro disparo.

O atirador abordou a vítima, fez ameaças de morte e desferiu duas coronhadas no rosto do supervisor, que conseguiu reagir com um chute. Na sequência, o suspeito tentou efetuar novos disparos, mas a arma falhou.

Ainda segundo o Ministério Público, ao retornar ao veículo, o agressor teria sido incentivado por Ricardo, que gritou: “Vai, mata. Atira”.

Fuga e prisão

Após perceber que havia sido reconhecido, Ricardo fugiu com o carro, mas acabou se envolvendo em um acidente de trânsito durante a tentativa de escapar. Ele foi preso em flagrante logo em seguida.

Julgamento e decisão

O réu permaneceu preso por cerca de dois anos até o julgamento em júri popular, realizado nesta quinta-feira (26). Inicialmente, ele respondia por tentativa de homicídio qualificado, com base em motivo torpe (vingança) e recurso que dificultou a defesa da vítima.

No entanto, conforme informou o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, os jurados entenderam que não houve crime doloso contra a vida, desclassificando a acusação. O ex-funcionário foi condenado à pena de seis meses de detenção pelo crime de lesão corporal leve

Com isso, Ricardo da Silva foi condenado a seis meses de detenção por lesão corporal leve. Segundo a defesa, o cumprimento da pena será em regime inicial aberto, e um alvará de soltura já foi expedido.

Leia mais no Bacci Notícias:

Vídeos curtos

Mais lidas