Cinco meses após ser solto, o cantor MC Poze do Rodo voltou a ser alvo da Justiça, mas, desta vez, por um motivo inusitado.
Cinco meses após ser solto, o cantor MC Poze do Rodo voltou a ser alvo da Justiça, mas, desta vez, por um motivo inusitado. O artista, que já respondeu por associação ao tráfico e apologia ao crime, está sendo processado por uma ex-funcionária que alega não ter recebido por um serviço prestado.
Ação judicial por dívida de R$ 13 mil
De acordo com o colunista Ancelmo Góis, do O Globo, a personal organizer Thayane Santos entrou com uma ação no 2º Juizado Especial Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, afirmando ter sido contratada para organizar a nova residência do funkeiro, localizada no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste da cidade.
Segundo a profissional, o serviço custaria R$ 2.150 por dia, durante sete diárias, além de R$ 5 mil em materiais utilizados na organização. No entanto, ela afirma que recebeu apenas parte do valor combinado, restando uma dívida de aproximadamente R$ 13 mil.
Pedido de indenização
Na ação, além da cobrança do débito, Thayane também solicita uma indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil, alegando ter sido prejudicada profissionalmente após o episódio.
Até o momento, MC Poze não se pronunciou publicamente sobre o processo. O caso corre na Justiça do Rio de Janeiro.
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