Ciro Gomes destacou o ex-prefeito de Santo André Paulo Serra como nome do PSDB para disputar o governo de São Paulo, apontando-o como alternativa à polarização entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad. O tucano ainda não definiu se será candidato e deve anunciar decisão até maio. Ciro também afirmou que avalia seu próprio futuro político.
O ex-governador do Ceará e presidenciável Ciro Gomes destacou o protagonismo do correligionário e ex-prefeito de Santo André Paulo Serra como possível nome para disputar o governo de São Paulo. A avaliação foi feita durante agenda neste sábado (25), na capital paulista.

O encontro reuniu pré-candidatos à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e à Câmara dos Deputados em um evento no Clube Juventus, na Mooca, com foco no alinhamento estratégico do partido para as eleições.
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Segundo Ciro Gomes, Paulo Serra surge como uma alternativa dentro do PSDB em meio à polarização política no estado. O ex-governador citou o nome do tucano como uma opção ao eleitorado diante dos projetos encabeçados pelo atual governador Tarcísio de Freitas, que deve buscar a reeleição, e pelo ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, que representa a oposição.
“Está pronto para qualquer tarefa. O Paulo é uma tentativa de rebeldia que todo mundo passará a pensar”, afirmou Ciro durante o evento.
Apoio dentro do PSDB
O ex-senador José Aníbal também reforçou a avaliação positiva sobre o nome de Paulo Serra dentro do partido. Para ele, o ex-prefeito de Santo André representa uma liderança jovem, com experiência política e boa articulação no estado.
Futuro político indefinido
Presidente estadual do PSDB e vice-presidente nacional da sigla, Paulo Serra afirmou que ainda não definiu seus próximos passos políticos. Segundo ele, a decisão sobre uma eventual candidatura será tomada até o fim de maio.
“Aprendi uma coisa: em time que ganha não se mexe, e foi assim com o Gilvan (prefeito de Santo André — Cidadania); então, vou anunciar o meu caminho até o fim de maio”, declarou.
Reflexões de Ciro Gomes
Ciro Gomes também comentou seu próprio futuro político e disse que, “se tivesse juízo”, não voltaria a disputar a Presidência da República, embora não descarte a possibilidade. Ele relembrou a eleição de 2022, quando ficou atrás de Jair Bolsonaro e de Luiz Inácio Lula da Silva, classificando o resultado como uma “humilhação profunda” em seu estado de origem.
Segundo o ex-governador, o momento é de reflexão e diálogo interno no campo político. Ele afirmou que uma decisão sobre o futuro será tomada até a segunda quinzena de maio.
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