Uma confusão registrada em um terreiro de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, mobilizou familiares e integrantes da casa religiosa após acusações mútuas de furto, ameaças e agressões.
Uma confusão registrada em um terreiro de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, mobilizou familiares e integrantes da casa religiosa após acusações mútuas de furto, ameaças e agressões. O caso foi parar na polícia e agora será apurado pelas autoridades competentes.
Segundo relatos iniciais, a discussão começou após uma mãe acusar a própria filha do desaparecimento de obrigações religiosas. Familiares contestaram a versão e classificaram a acusação como infundada, o que teria provocado o confronto que terminou em gritos e agressões físicas dentro e no entorno do local.
Versões divergentes sobre o ocorrido
No boletim de ocorrência registrado pela responsável pelo terreiro, a versão apresentada é diferente. Ela afirma que a filha e o companheiro teriam invadido o espaço religioso, iniciado ofensas verbais e provocado tumulto. Ainda de acordo com o registro, o genro teria tentado ferir pessoas presentes com uma faca, além de causar dano ao patrimônio.
A dirigente também comunicou o desaparecimento de um cachorro que vivia no local, fato que teria ocorrido no mesmo contexto da confusão.
Acusações cruzadas e danos materiais
Os depoimentos colhidos até o momento apresentam contradições em pontos centrais. Ambos os lados se acusam de agressões, ameaças e destruição de bens. Há ainda menção ao arremesso de pedras contra um veículo estacionado próximo ao terreiro e ao suposto uso de objetos cortantes durante o confronto.
Investigação em andamento
A polícia informou que irá ouvir as partes envolvidas e testemunhas, além de analisar imagens e demais provas que possam esclarecer a dinâmica dos fatos. O objetivo é apurar eventual prática de furto, lesão corporal, ameaça e dano ao patrimônio. O caso segue sob investigação.
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