Uma mãe acusada de matar os próprios filhos de 6 e 8 anos enfrentou o júri nesta quarta-feira (24), na Nova Zelândia. O caso, que ganhou repercussão internacional, chegou ao tribunal depois de anos de investigação e trouxe à tona detalhes chocantes sobre a morte das duas crianças.
Uma mãe acusada de matar os próprios filhos de 6 e 8 anos enfrentou o júri nesta quarta-feira (24), na Nova Zelândia. O caso, que ganhou repercussão internacional, chegou ao tribunal depois de anos de investigação e trouxe à tona detalhes chocantes sobre a morte das duas crianças.
O crime aconteceu em 2018, quando Hakyung Lee tirou a vida dos filhos pequenos, colocou os corpos em malas e deixou o país para retornar à Coreia do Sul. Segundo a promotoria, a mulher confessou ter provocado a morte das crianças.
Na época, ela teria embalado os corpos em várias camadas de sacos plásticos, lacrado tudo com fita adesiva e guardado dentro das malas antes de viajar. A defesa alegou que Lee sofria de transtornos mentais após a morte do marido, em 2017, e tentou argumentar que a ré não tinha plena consciência de seus atos.
O caso só veio à tona em 2022, quando as malas foram arrematadas em um leilão online e os novos donos descobriram os restos mortais. A partir daí, a polícia rastreou a suspeita até a Coreia do Sul, onde ela foi detida na cidade de Ulsan e, em seguida, extraditada para a Nova Zelândia.
O julgamento durou cerca de duas semanas e terminou com a condenação de Hakyung Lee por duplo homicídio. A sentença definitiva será anunciada em 26 de novembro, e ela pode receber pena de prisão perpétua.
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