A corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 33 anos, está desaparecida desde o dia 17 de dezembro, após enviar um vídeo a uma amiga relatando a falta de energia elétrica em seu prédio, localizado em Caldas Novas, Goiás.

De acordo com a mãe, Nilse Alves Pontes, de 61 anos, nas imagens Daiane comenta que o prédio estava sem energia e afirma que iria tentar descobrir o que havia acontecido. No vídeo, a corretora aparece filmando o quadro de luz do andar do apartamento e, em seguida, retorna à porta do imóvel para testar o interruptor, mostrando que a energia realmente havia sido interrompida.

Polícia dá detalhe assustador de como corpo de corretora morta pelo síndico foi achado (Foto: Reprodução)
Polícia dá detalhe assustador de como corpo de corretora morta pelo síndico foi achado (Foto: Reprodução)

A corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 33 anos, está desaparecida desde o dia 17 de dezembro, após enviar um vídeo a uma amiga relatando a falta de energia elétrica em seu prédio, localizado em Caldas Novas, Goiás.

De acordo com a mãe, Nilse Alves Pontes, de 61 anos, nas imagens Daiane comenta que o prédio estava sem energia e afirma que iria tentar descobrir o que havia acontecido. No vídeo, a corretora aparece filmando o quadro de luz do andar do apartamento e, em seguida, retorna à porta do imóvel para testar o interruptor, mostrando que a energia realmente havia sido interrompida.

Esse registro foi feito enquanto Daiane entrava no elevador, pouco antes de ele descer até a recepção do prédio.

Gravação era medida de precaução, diz mãe

Segundo Nilse, gravar esse tipo de situação era um costume da filha diante da recorrência do problema no local.

“Era normal aqui a gente passar por esse tipo de problema [falta de energia] então, a gente já se prevenia gravando o que estivesse acontecendo”, disse Nilse.

Ainda conforme a família, um segundo vídeo chegou a ser gravado por Daiane no momento em que ela desce do elevador, porém, essas imagens não foram enviadas a ninguém. Após esse instante, a corretora não foi mais vista.

A Polícia Civil de Goiás informou que a Delegacia de Caldas Novas segue investigando o caso. Algumas testemunhas já foram ouvidas durante o procedimento, mas, segundo a corporação, não é possível divulgar mais detalhes neste momento devido ao andamento das investigações.

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