A Polícia Militar encontrou, neste sábado (18), diversos crânios e ossos humanos dentro de um apartamento localizado na Rua Guarará, no bairro do Jardim Paulista, área nobre da capital paulista. Os restos mortais estavam ao lado de lápides e armazenados em caixas e sacolas no interior do imóvel.
Segundo informações iniciais, o apartamento pertencia a um homem de 79 anos, que morreu no início da semana. Familiares e vizinhos acionaram as autoridades após notarem um forte odor e objetos estranhos no local. Durante a vistoria, policiais encontraram pelo menos 12 crânios e diversas partes de esqueletos humanos espalhados em diferentes cômodos.
A Polícia Militar encontrou, neste sábado (18), diversos crânios e ossos humanos dentro de um apartamento localizado na Rua Guarará, no bairro do Jardim Paulista, área nobre da capital paulista. Os restos mortais estavam ao lado de lápides e armazenados em caixas e sacolas no interior do imóvel.
Segundo informações iniciais, o apartamento pertencia a um homem de 79 anos, que morreu no início da semana. Familiares e vizinhos acionaram as autoridades após notarem um forte odor e objetos estranhos no local. Durante a vistoria, policiais encontraram pelo menos 12 crânios e diversas partes de esqueletos humanos espalhados em diferentes cômodos.

cranios encontrados em apartamento em são paulo
A perícia do Instituto de Criminalística foi acionada para recolher o material e realizar exames que determinem a origem e o tempo de morte dos ossos. A principal hipótese investigada é de que os restos humanos tenham sido retirados de cemitérios da cidade, possivelmente de forma ilegal.
O caso foi registrado no 2º Distrito Policial (Bom Retiro) e segue sob investigação. Ainda não há indícios de que o idoso estivesse envolvido em rituais ou práticas criminosas, mas a polícia não descarta nenhuma linha de apuração.
Moradores do edifício relataram surpresa com o caso e afirmaram que o homem vivia sozinho e raramente recebia visitas.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) informou que os ossos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML), onde passarão por análises detalhadas. O objetivo é identificar se pertencem a pessoas desaparecidas ou se fazem parte de algum acervo irregular.
