Uma bebê de 1 ano e 2 meses ficou com ferimentos graves no rosto após ser mordida dentro de uma creche particular em Sumaré, no interior de São Paulo. A mãe da criança afirma que só percebeu a dimensão das lesões ao chegar à unidade, após ser chamada pela instituição. Segundo o relato da família, os ferimentos teriam sido provocados por outra criança matriculada na escola, que já apresentaria histórico de episódios semelhantes.

Bebê (Foto: Freepik)
Bebê (Foto: Freepik)

Uma bebê de 1 ano e 2 meses sofreu ferimentos no rosto após ser mordida dentro de uma escola particular de educação infantil localizada no Jardim Bom Retiro, em Sumaré, interior de São Paulo. O caso gerou indignação na família, que afirma não ter sido informada imediatamente sobre a real gravidade das lesões.

Criança mordida (Foto: reprodulção)

Segundo a mãe da criança, ela foi acionada pela instituição para buscar a filha, mas recebeu explicações que, em sua avaliação, não refletiam a dimensão do ocorrido. Diante da situação, a família registrou um boletim de ocorrência para que o episódio seja apurado pelas autoridades.

A escola informou que não possui câmeras de monitoramento na área onde a criança foi ferida, o que dificulta a reconstituição exata do que aconteceu. A suspeita de Bruna, começou após uma funcionária entrar em contato perguntando se ela iria buscar as duas filhas matriculadas na unidade, uma abordagem considerada incomum.

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Mãe diz que gravidade do caso foi minimizada

De acordo com a mãe da criança, a direção da creche comunicou o incidente, mas teria apresentado a situação de forma menos grave do que ela constatou ao chegar ao local. O impacto, segundo Bruna, veio no momento em que viu pessoalmente o estado da filha.

A mãe relatou que ficou chocada com os ferimentos aparentes no rosto da bebê.

“Quando chegou a Ana Luiza, eu me assustei. Porque a Ana Luiza estava com o rosto desfigurado. O olho inchado, a boca roxa, o nariz cortado. Realmente aqui (apontou para o lado do olho) era uma mordida”, disse.

Diante da gravidade das lesões, a família passou a questionar as circunstâncias do ocorrido e busca esclarecimentos sobre o que aconteceu dentro da unidade de ensino.

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Creche atribui agressão a outra criança

Conforme relato da mãe, funcionários da unidade informaram que os ferimentos teriam sido provocados por outra criança matriculada na creche. Após tomar conhecimento da situação, Bruna levou a filha para receber atendimento médico e formalizou uma denúncia.

Segundo as informações repassadas à família, a criança apontada como responsável pelo ataque já teria se envolvido em episódios semelhantes anteriormente.

A mãe também afirma ter sido informada de que a professora responsável pela turma não estava na sala no momento em que a agressão aconteceu, o que teria permitido que o incidente ocorresse sem intervenção imediata.

Outro ponto que gera questionamentos é a ausência de câmeras de monitoramento no espaço utilizado pelas crianças durante o período da tarde.

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