A criadora de conteúdo adulto Andressa Urach gerou grande polêmica na última semana ao divulgar o que chamou de “o vídeo mais pedido” por seus fãs. Segundo a própria influenciadora, o material seria um vídeo de cunho sexual envolvendo seu filho, Arthur Urach. O assunto rapidamente repercutiu nas redes sociais, provocando intensos debates e levando a plataforma Privacy a se manifestar publicamente sobre o caso.

Foto: Reprodução
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A criadora de conteúdo adulto Andressa Urach gerou grande polêmica na última semana ao divulgar o que chamou de “o vídeo mais pedido” por seus fãs. Segundo a própria influenciadora, o material seria um vídeo de cunho sexual envolvendo seu filho, Arthur Urach. O assunto rapidamente repercutiu nas redes sociais, provocando intensos debates e levando a plataforma Privacy a se manifestar publicamente sobre o caso.

Embora o incesto, definido como a relação sexual ou íntima entre parentes, não seja tipificado como crime no Brasil, o tema despertou reações acaloradas e pode resultar em sanções para Andressa, como o possível banimento da plataforma.

Em nota, a Privacy afirmou que preza pela liberdade de criação e publicação de conteúdo, desde que sejam respeitados os termos de uso e as normas de conduta da plataforma.

Creators, em razão dos acontecimentos recentes, reforçamos nosso posicionamento. Nossa plataforma valoriza a liberdade de cada creator. No entanto, o cumprimento das normas de conduta e dos termos de uso é essencial e se aplica a todos, sem exceção. Agradecemos a compreensão e o compromisso da comunidade.”

A empresa também esclareceu que conteúdos que violem essas regras podem ser removidos:

“Se o conteúdo infringe os nossos termos e condições, a Privacy se reserva o direito de derrubar esse conteúdo. Não diria que é necessariamente uma proibição. Cada influenciador que entra na plataforma precisa estar de acordo com os nossos termos.”

Incesto é crime no Brasil?

No Brasil, a prática do incesto, por si só, não é considerada crime pelo Código Penal. Isso significa que relações sexuais consensuais entre parentes próximos não são automaticamente enquadradas como ilícito penal.

Quando o incesto pode se tornar crime?

Apesar de não haver criminalização direta do incesto, determinadas circunstâncias podem fazer com que a prática se enquadre em crimes previstos na legislação brasileira. Entre elas estão:

  • Estupro de vulnerável: quando a relação envolve pessoa menor de 14 anos, ainda que haja consentimento. Nesse caso, configura-se o crime previsto no artigo 217-A do Código Penal, com pena de 8 a 15 anos de reclusão.

  • Estupro: se houver violência, ameaça ou ausência de consentimento de uma das partes, a conduta se enquadra no artigo 213 do Código Penal, com pena de 6 a 10 anos de reclusão, podendo ser agravada conforme o caso.

  • Corrupção de menores: quando a relação envolve pessoa menor de 18 anos, o adulto pode responder pelo crime previsto no artigo 218 do Código Penal, cuja pena varia de 2 a 5 anos de reclusão.

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