A Polícia Civil de Porto Alegre avançou nas investigações do caso do esquartejamento que envolve Ricardo Jardim, principal suspeito. Os agentes conseguiram rastrear a movimentação financeira do publicitário, detalhando compras importantes realizadas em dinheiro entre os dias 8 e 14 de agosto.
Segundo o delegado Mário Souza, entre 8 e 9 de agosto, Jardim adquiriu uma serra tipo arco, luvas, lonas, sacos plásticos e fitas adesivas. As investigações já identificaram os estabelecimentos comerciais, os horários e confirmaram que todos os pagamentos foram efetuados em espécie.
A Polícia Civil de Porto Alegre avançou nas investigações do caso do esquartejamento que envolve Ricardo Jardim, principal suspeito. Os agentes conseguiram rastrear a movimentação financeira do publicitário, detalhando compras importantes realizadas em dinheiro entre os dias 8 e 14 de agosto.
Segundo o delegado Mário Souza, entre 8 e 9 de agosto, Jardim adquiriu uma serra tipo arco, luvas, lonas, sacos plásticos e fitas adesivas. As investigações já identificaram os estabelecimentos comerciais, os horários e confirmaram que todos os pagamentos foram efetuados em espécie.
Ainda conforme os investigadores, em 14 de agosto, o suspeito comprou uma mala grande igual à usada para transportar o tronco de Brasília Costa, que foi deixada em um guarda-volumes da Estação Rodoviária em 20 de agosto, conforme flagrado por câmeras de segurança.
A vítima, Brasília Costa, tinha 65 anos. Ricardo Jardim, de 66 anos, está em prisão preventiva desde 4 de setembro. A Defensoria Pública, que o representa, informou que se manifestará apenas dentro dos autos do processo.
Buscas pelo crânio são intensificadas
A Polícia Civil intensifica agora as buscas pelo crânio da vítima. As equipes concentram os trabalhos em lixões e aterros sanitários que recebem o lixo de Porto Alegre. Essa estratégia foi adotada com base na informação do suspeito de que o crânio teria sido descartado em um contêiner de lixo nas imediações da Usina do Gasômetro.
O diretor do Departamento de Homicídios, delegado Mário Souza, ressaltou a colaboração das empresas de limpeza urbana, cujos funcionários estão atentos a qualquer vestígio, e o apoio do Instituto Geral de Perícias (IGP).
Partes do corpo de Brasília Costa foram encontradas em diversas localidades: o tronco na mala na rodoviária, outros restos mortais em sacolas de lixo na Zona Leste e as pernas em dois pontos distintos da Zona Sul da capital.
