Dois criminoso apontados como integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) morreram após entrarem em confronto com policiais militares na quinta-feira (30), no bairro Nazaré, em Hidrolândia, na região de Goiânia (GO). A dupla era apontada como responsáveis por assassinar e decapitar um homem.
Dois criminosos apontados como integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) morreram após entrarem em confronto com policiais militares na quinta-feira (30), no bairro Nazaré, em Hidrolândia, na região de Goiânia (GO). A dupla era apontada como responsáveis por assassinar e decapitar um homem.
Segundo informações do portal Metrópoles, os suspeitos foram identificados como João Vitor Silva Pereira e Pedro Augusto Borges, ambos de 21 anos.

Foto: reprodução/PMGO
Suspeitos eram investigados por crime brutal em Minas Gerais
De acordo com a investigação conjunta das polícias Civil e Militar de Minas Gerais, a dupla era suspeita de envolvimento em um homicídio ocorrido em junho de 2024, na zona rural de Sacramento (MG).
A vítima, que seria usuária de drogas, foi encontrada morta com sinais de tortura, mãos amarradas, rosto desfigurado e decapitada.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostram a vítima sendo brutalmente agredida, antes de ser morta e ter a cabeça decapitada. Após o crime, os suspeitos teriam fugido para o estado de Goiás.
Polícia afirma que foi recebida a tiros
A Polícia Militar informou que equipes da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) localizaram o imóvel onde os suspeitos estavam escondidos. No momento da abordagem, os agentes teriam sido recebidos a tiros, o que deu início ao confronto.
Durante a troca de tiros, os dois homens foram baleados. Eles não resistiram aos ferimentos e morreram ainda no local.
Na operação, os policiais apreenderam três armas de fogo, sendo duas utilizadas pelos suspeitos, além de porções de drogas. Uma das armas chamou atenção por possuir acabamento banhado a ouro.
Histórico criminal
Segundo a polícia, os criminosos já possuíam antecedentes por tráfico e associação para o tráfico de drogas, roubo e porte ilegal de arma de fogo.
O caso segue sob investigação para apurar todos os detalhes e possíveis conexões com outros crimes.
