Cristian Cravinhos, condenado pela participação no assassinato dos pais de Suzane von Richthofen, teria vivido um romance intenso com outro interno, identificado como Duda, durante o período em que esteve preso em Tremembé.
Cristian Cravinhos, condenado pela participação no assassinato dos pais de Suzane von Richthofen, teria vivido um romance intenso com outro interno, identificado como Duda, durante o período em que esteve preso em Tremembé.
Segundo Ulisses Campbell, autor da biografia de Suzane, o relacionamento durou cerca de um ano e foi descrito como profundamente emocional e carregado de afeto. O Cravinhos chamava o parceiro de “Lua”, e o parceiro o chamava de “Pavão”.
“Um namoro romântico. A separação deles é dramática. Eles gritam. A coisa mais louca do Cristian nesse romance é que ele vive o relacionamento com Duda intensamente.”, contou.
A separação foi marcada por uma cena carregada de simbolismo emocional: ambos mantinham uma pequena plantação de flores na cela. Duda ofereceu um cravo a Cristian, que retribuiu com uma rosa.
Simultaneamente ao relacionamento com Duda, Cristian recebia visitas da ex-mulher, com quem tinha uma filha. Nos fins de semana em que ela estava na visita, Cristian afirmava: “Agora eu sou hétero”, como se vivesse duas realidades distintas
Após a saída da prisão, curiosamente, Cristian rejeitou tanto Duda quanto sua ex-mulher, mesmo depois de ambos terem planejado um futuro com ele, e demonstra ter colocado um ponto-final em ambos os relacionamentos