A defesa do Jair Bolsonaro (PL) encaminhou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, um pedido para que o padre Paulo M. Silva possa realizar assistência religiosa no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como ‘Papudinha’, onde o ex-presidente cumpre pena.
No requerimento apresentado ao Supremo, os advogados solicitam que o padre seja incluído entre os religiosos já autorizados a visitar o ex-presidente, mantendo as mesmas datas e condições previamente estabelecidas pela Corte. A solicitação foi formalizada após decisão publicada no último dia 15 de janeiro.
Bolsonaro tem acesso a bispo e pastor
Na ocasião, ao determinar a transferência de Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal (PF) para a unidade militar, Moraes autorizou que o bispo Robson Lemos Rodovalho e o pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni prestassem assistência religiosa ao ex-presidente durante o período de reclusão.
Segundo a defesa, a inclusão do padre tem como objetivo garantir o pleno exercício da liberdade religiosa do ex-presidente, ampliando o acompanhamento espiritual já autorizado no processo. O pedido agora aguarda análise do magistrado.
Transferência de Bolsonaro
O ministro Alexandre de Moraes, determinou no dia 15 de janeiro que Jair Bolsonaro fosse transferido da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, para a ‘Papudinha‘, também na capital federal.
Também por determinação do magistrado, o ex-presidente passou a ter assistência integral de médicos particulares, alimentação especial, transporte a hospitais sem necessidade de autorização em caso de urgência, fisioterapia, assim como remição de pena por leitura e assistência religiosa, entre outros benefícios que não dispunha durante a detenção na sede da PF.