O deputado federal Pastor Sargento Isidório, que se considera “ex-gay” voltou a repercutir nas redes sociais após publicar um vídeo em que faz declarações sobre sua vida pessoal e trajetória religiosa.
O deputado federal Pastor Sargento Isidório, que se considera “ex-gay” voltou a repercutir nas redes sociais após publicar um vídeo em que faz declarações sobre sua vida pessoal e trajetória religiosa.
Na gravação, compartilhada em seus perfis, o parlamentar aconselha um influenciador digital e relata experiências do passado, alertando sobre comportamentos que, segundo ele, podem trazer consequências negativas.
Em determinado momento, afirma: “Graças a Deus, até as minhas pregas estão refeitas pelos anjos”, ao se referir à abstinência sexual que diz manter há décadas. A frase rapidamente viralizou e gerou reações diversas entre internautas.
Declaração durante o Carnaval
Ainda em fevereiro, durante o período de Carnaval, o deputado também ganhou destaque nas redes após abordar um folião. No vídeo, o homem pergunta se haveria “vaga” na fundação ou no ministério do parlamentar, afirma ser homossexual e diz que gostaria de “virar homem”.
Em resposta, Isidório menciona sua própria conversão religiosa. “Eu também era 34 anos atrás. Eu não tinha Jesus. Jesus não mudou minha vida? Ele muda a sua também. Esse furico aqui agora é de Deus”, declarou.
As falas dividiram opiniões e reacenderam debates nas redes sobre religião, sexualidade e liberdade de expressão.
O conteúdo rapidamente se espalhou e dividiu opiniões nas redes sociais.
Quem é Pastor Sargento Isidório
Além de deputado federal, Pastor Sargento Isidório é ex-policial militar e pastor evangélico ligado à Assembleia de Deus.
O parlamentar acumula histórico de declarações polêmicas envolvendo direitos LGBTQIAPN+, sexualidade e políticas sobre drogas. Ele também se considera “ex-gay” e frequentemente repercutidas nacionalmente.
Posições e repercussão
Em votações e discursos no Congresso, o deputado já se manifestou contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo e pautas relacionadas à identidade de gênero. As falas motivaram críticas de organizações de direitos humanos e representações junto ao Ministério Público.
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