Pouco antes de ser morta, a traficante Eweline Passos Rodrigues, a “Diaba Loira”, publicou vídeos acusando o Comando Vermelho de assassinar sua mãe em retaliação à sua saída da facção para o TCP. Ela disse que a mãe não tinha envolvimento com disputas e chamou o crime de “covardia”. Nas gravações, lamentou a perda da única pessoa que tinha e afirmou que a facção agiu por vingança.
Pouco antes de ser assassinada a tiros, a traficante Eweline Passos Rodrigues, de 28 anos, conhecida como “Diaba Loira”, publicou vídeos denunciando que sua mãe havia sido morta pelo Comando Vermelho (CV). Nas gravações, ela afirmou que o crime foi uma “covardia”, já que a mãe não tinha ligação com disputas de facções.
Segundo Eweline, sua saída do CV para ingressar no Terceiro Comando Puro (TCP) teria motivado a retaliação. Ela relatou que a mãe morava longe e não mantinha contato próximo com ela, mas, ainda assim, foi alvo da facção rival.
“Vim fazer esse vídeo para contar da covardia que o Comando Vermelho fez com a minha mãe. Nossa guerra é entre a gente, não é entre família”, disse em uma das gravações.
A traficante reforçou que a morte foi uma vingança direta contra sua decisão de mudar de grupo criminoso e lamentou: “Cês mataram a única pessoa que eu tinha”.
