A Romênia confirmou que um drone de origem russa entrou em seu espaço aéreo nesta segunda-feira (15). O episódio acontece apenas uma semana depois de um incidente semelhante na Polônia e aumentou a tensão na região do leste europeu.

De acordo com o Ministério da Defesa romeno, o equipamento foi identificado pelos radares e acompanhado por militares até deixar o território. Caças de prontidão chegaram a ser mobilizados, mas não houve necessidade de interceptação.

A primeira-ministra da Estônia, Kaja Kallas, se manifestou logo após o anúncio de Bucareste.

“A violação da soberania de um Estado-membro da União Europeia é inaceitável”, afirmou. Para Kallas, o episódio reforça a necessidade de uma resposta coordenada da OTAN.

Drone russo invade espaço aéreo da Romenia, dias após invadir Polônia. Crédito: divulgação
Drone russo invade espaço aéreo da Romenia, dias após invadir Polônia. Crédito: divulgação

A Romênia confirmou que um drone de origem russa entrou em seu espaço aéreo nesta segunda-feira (15). O episódio acontece apenas uma semana depois de um incidente semelhante na Polônia e aumentou a tensão na região do leste europeu.

De acordo com o Ministério da Defesa romeno, o equipamento foi identificado pelos radares e acompanhado por militares até deixar o território. Caças de prontidão chegaram a ser mobilizados, mas não houve necessidade de interceptação.

A primeira-ministra da Estônia, Kaja Kallas, se manifestou logo após o anúncio de Bucareste.

“A violação da soberania de um Estado-membro da União Europeia é inaceitável”, afirmou. Para Kallas, o episódio reforça a necessidade de uma resposta coordenada da OTAN.

Na semana passada, um drone russo também atravessou o espaço aéreo da Polônia, gerando forte reação de Varsóvia. O governo polonês exigiu explicações de Moscou e reforçou as defesas na fronteira. Para analistas militares, os dois casos mostram que os países do leste europeu precisam manter vigilância constante

O governo romeno informou que vai intensificar a vigilância aérea e seguir em cooperação com aliados para evitar novas violações. A OTAN acompanha os desdobramentos e avalia medidas de segurança adicionais na região.

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