Eduardo Bolsonaro acompanhou a partida entre Brasil e Japão, no Texas, e voltou a fazer manifestações políticas nas redes sociais. A presença do ex-deputado ocorre poucos dias após sua condenação pelo STF, que o tornou inelegível por até oito anos, decisão ainda passível de recurso.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) marcou presença, nesta segunda-feira (29), na partida entre Brasil e Japão, disputada no Estádio de Houston, no Texas, Estados Unidos, pela segunda fase da Copa do Mundo de 2026.

(Foto: Reprodução / Redes Sociais)
Acompanhado do jornalista Thiago Asmar, mais conhecido como Pilhado, ele compartilhou registros da chegada ao estádio nas redes sociais.
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Eduardo Bolsonaro assiste Brasil na Copa
Esta foi a segunda partida da Seleção Brasileira acompanhada por Eduardo Bolsonaro durante o Mundial. Na última quarta-feira (24), ele também esteve em Miami para assistir à vitória do Brasil por 3 a 0 sobre a Escócia, ainda pela fase de grupos da competição.
Antes do início do confronto contra o Japão, o ex-parlamentar publicou um vídeo cumprimentando torcedores brasileiros e aproveitou para fazer uma manifestação política.
“Brasileiro hoje só quer três coisinhas: Brasil hexa, Flávio Bolsonaro presidente e [Jair] Bolsonaro livre”, declarou.
Ex-deputado alfinetou Lula
Na legenda da publicação, Eduardo voltou a direcionar críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“O filho do Bolsonaro está aqui. E o filho do Lula? Obrigado pela consideração”, escreveu.
Condenação no STF por coação
A presença de Eduardo Bolsonaro nas partidas da Seleção acontece poucos dias após sua condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de coação no curso do processo.
Por decisão unânime da Primeira Turma da Corte, o ex-deputado foi condenado e declarado inelegível por até oito anos. A defesa ainda pode recorrer da decisão.
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Tarifas e Lei Magnitsky
Segundo a maioria dos ministros, Eduardo Bolsonaro atuou para incentivar o governo dos Estados Unidos a adotar medidas contra o Brasil, incluindo a imposição de tarifas comerciais, a suspensão de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, da Suprema Corte brasileira.
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