Durante o segundo dia do julgamento de Jair Bolsonaro e de mais sete aliados, acusados de participar de uma suposta trama golpista para reverter o resultado das eleições de 2022, a defesa do ex-presidente iniciou seus argumentos nesta quarta-feira (3) no Supremo Tribunal Federal (STF).

Advogado de Bolsonaro (Foto: Rosinei Coutinho/STF)
Advogado de Bolsonaro (Foto: Rosinei Coutinho/STF)

Durante o segundo dia do julgamento de Jair Bolsonaro e de mais sete aliados, acusados de participar de uma suposta trama golpista para reverter o resultado das eleições de 2022, a defesa do ex-presidente iniciou seus argumentos nesta quarta-feira (3) no Supremo Tribunal Federal (STF).

O advogado Celso Vilardi afirmou que o ex-ajudante de ordens e delator Mauro Cid não é “confiável”, destacando que ele mudou de versão diversas vezes em seus interrogatórios. Para Vilardi, as contradições do tenente-coronel seriam motivos para a anulação da colaboração premiada.

A defesa também voltou a tentar descredibilizar a delação de Cid, alegando que ele rompeu com o acordo de colaboração e foi pego “na mentira pela enésima vez”. Vilardi lembrou ainda que Cid teria conversado sobre a delação com o advogado do réu Marcelo Câmara por meio de um perfil falso no Instagram. “O que isso mostra? Que esse homem não é confiável”, disse. O advogado foi o primeiro a explorar a história do perfil falso durante o julgamento.

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